TCC: CICLOMOBILIDADE NA UFPR / SEPT: DIVULGAÇÃO DO PROGRAMA CICLOVIDA NO SEPT

Confira mais um TCC inspirado pelo Programa Ciclovida!

TCC PROGRAMA CICLOVIDA NO SEPT

Ciclovida participa da preparação do programa de incentivo à bicicleta no Paraná

Por Governo do Estado do Paraná

Governo e cicloativistas preparam programa de incentivo à bicicleta

O Paraná terá, no máximo em seis meses, todas as propostas para incentivar ao uso da bicicleta em seus 399 municípios. Nesta quarta-feira (12), o governo, as universidades e o movimento cicloativista do estado criaram um grupo técnico interinstitucional que irá coordenar a execução do Programa Paranaense de Mobilidade Não Motorizada por Bicicleta – o Ciclo Paraná.

A resolução 011/2014, que institui o grupo e dá o prazo de 180 dias para apresentar as ações do programa, foi assinada pelo secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida, e contou com a presença de técnicos, especialistas em mobilidade e ciclistas. A primeira reunião do grupo será realizada no dia 13 de março e, a partir daí, acontecerão toda a semana. Os três eixos de trabalho serão: cicloturismo, ciclocidadania e cicloestrutura.

De acordo com o secretário Cheida, o Paraná, pela primeira vez em sua história, começa a desenvolver uma política pública transversal e democrática de incentivo ao uso da bicicleta. “Muitas entidades e órgãos de governo já possuem ações isoladas em suas áreas de atuação. Queremos somar esforços e contar com o apoio técnico de pessoas e especialistas que possuem experiência neste tema e levá-lo para todo o estado”, declarou Cheida. “Cidades grandes, as que estão em crescimento e as de pequeno porte terão a oportunidade de estimular uma cultura que agrega qualidade de vida, reduz o trânsito, permite o planejamento urbano para o futuro, evita a poluição e contribui para a saúde”, declarou.

INTEGRAÇÃO – A Política Nacional de Mobilidade Urbana estabelece como diretriz a prioridade dos modos de transporte não motorizados sobre os motorizados. Além disso, exige que os planos de mobilidade urbana dos estados e municípios contemplem a integração dos modais de transporte público com os não motorizados.

O presidente da Federação Paranaense de Ciclismo, Adir Romeo, disse que é uma necessidade a integração dos procedimentos relativos à mobilidade urbana sustentável no Paraná, de acordo com a política nacional de mobilidade urbana. “O momento é um marco e teremos como meta agora organizar e traçar as ações para o estado, tendo como base iniciativas já existentes”, informou Adir.

Para o coordenador do programa Ciclovida da Universidade Federal do Paraná e um dos organizadores do Fórum Mundial da Bicicleta, José Carlos Belotto, este é o primeiro reconhecimento de um governo estadual de que a bicicleta deve ser fomentada como uma política pública. “O apoio que conquistamos hoje é inédito e com o encontro de especialistas, o Paraná passa a ter condições de criar um programa consistente e que disseminará a cultura da bicicleta “, afirmou Belotto.

“O Programa poderá ser levado para diversas regiões do estado por meio das universidades e incluir o uso da bicicleta em trabalhos de pesquisa científica”, afirmou a coordenadora de Ciência e Tecnologia da Secretaria Estadual da Ciência e Tecnologia e Ensino Superior, Sueli Edi Rufino.

Integram o Grupo Técnico Interinstitucional do Ciclo Paraná as secretarias estaduais do Desenvolvimento Urbano; da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Infraestrutura e Logística; Educação; Esporte e Turismo, universidades estaduais, Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), DETRAN, Sanepar, Secretaria Estadual do Esporte e Turismo, CELEPAR, Polícia Militar do Paraná, Federação Paranaense de Ciclismo, Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu (Cicloiguaçu), Programa Ciclo Vida e Universidade Federal do Paraná.

Participaram do encontro o diretor da Cicloiguaçu, Vinicius Brand, o representante da Universidade Estadual do Centrooeste (Unicentro), Vitor Hugo Zanetti, o professor da Universidade Tecnológica do Paraná (UTFPR) e ativista da bicicleta, Nestor Cortez Saavedra Filho; Altamir Brum, da Celepar.

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Pesquisa descobre que ciclovias geram empregos

Por TheCityFixBrasil 

(Foto: Insider Monkey/Flickr)

Para muitos comerciantes, vagas para carros são garantia de clientela e lucro no final do mês, enquanto a substituição destes espaços por ruas para pessoas gera impasses e contrariedade. Estudos demonstram que o pensamento pode ser equivocado, como em Nova York, que viu o lucro aumentar cerca de 50% após a implantação de ciclovias.

Mas, pela primeira vez, um estudo analisou a relação entre os diferentes projetos viários e a criação de novas posições no mercado de trabalho. A pesquisa foi conduzida pela Universidade de Massachussetts, nos Estados Unidos, e concluiu que criar novas ciclovias gera mais empregos do que investir em qualquer outro tipo de estrutura viária nas cidades.

Os pesquisadores Instituto de Pesquisa em Economia Política (PERI) da universidade compararam 58 projetos em 11 cidades americanas. A descoberta foi que o maior índice de novos empregos está nas regiões onde ciclovias foram construídas: em média, foram gerados 6 empregos diretos por milhão gasto na obra, mais 2,4 empregos indiretos e 3 induzidos, somando 11,4 novas colocações no mercado de trabalho.

Em contrapartida, as regiões cuja infraestrutura é exclusiva para veículos automotores foram as que menos geraram empregos por dólar gasto: 4 diretos, 1,8 indiretos e 1,8 induzidos, um total 7,8 novas colocações, índice 46% inferior se comparado à região com malha cicloviária. Já nas áreas mistas para pedestres e ciclistas o total de empregos gerados por milhão gasto é de 9,9.

A pesquisa sugere que a razão para a diferença de empregos gerados se dá em razão de uma cadeia: esses projetos são mais complexos, requerem mais profissionais e materiais. “Não é nenhum segredo que o investimento em infraestrutura de transporte gera empregos e ajuda a economia”, afirma o diretor da América Bikes ao release oficial do estudo. “Este estudo demonstra bicicleta e projetos de pedestres não são exceção – na verdade, eles são especialmente eficientes na criação de empregos”.

Acesse o estudo completo: Pedestrian and Bike Infraestructure: A National Study of Employment Impacts

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EVENTO: Pedale e melhore a sua vida e a dos outros!

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Estudo: Quando as Bicicletas Invadem as Cidades: Encontros e Aprendizados

Quando as Bicicletadas invadem as cidades-encontros e aprendizados

Em parceria com a Cicloiguaçu, Ciclovida organiza a Feira da Bici durante o Terceiro Forum Mundial da Bicicleta

Esta galeria contém 10 fotos.

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Filosofando em cima de uma bicicleta a 30 km por hora

Por Paraná Online

 

Com a greve dos motoristas e cobradores não tem histórias de ônibus. Mas tem de bicicleta. Bem, o dia de ontem começou com o telefone tocando: era a Luana avisando que não podia vir trabalhar porque não tinha ônibus. Claro que eu entendi o problema dela, porque também era um problema meu. Como eu ia trabalhar se há tempo eu dispensei este grande conforto moderno que é o automóvel? Três alternativas: táxi, a pé ou bicicleta. Táxi estava fora de cogitação. Eles estavam sendo mais disputados que mulher bonita em penitenciária masculina. Táxi ontem valia o peso em ouro. Ir a pé também estava fora de cogitação: caminhada é uma coisa, fazer sete quilômetros sob o sol para ir trabalhar é meio desconfortável. Sem contar que até os calçados para as duas atividades são diferentes.

Solução: bicicleta. O problema era que a única bicicleta disponível em casa, do meu filho mais velho, uma Caloi Aspen metálica, estava com os pneus murchos. A alternativa foi empurrar a bicicleta até o posto de gasolina, encher os pneus, subir em cima deste bólido inventado há 500 anos por Leonardo Da Vinci e descer o São Lourenço em direção ao centro da cidade pela ciclovia a 30 quilômetros por hora. Primeira coisa que fui pensando: porque eu não andava mais de bicicleta. É mais econômico, é agradável, embora o sujeito fique suado no verão. Sem contar as vantagens para a saúde. Não é preciso ser formado em medicina para saber que andar de bicicleta reduz os riscos de depressão em até 50 por cento.

Claro que neste caso o sujeito tem que pedalar de 30 a 60 minutos por dia e de três a cinco vezes por semana. Andar de bicicleta também melhora a pele, por deixar o coração e os pulmões fortalecidos, facilitando a eliminação de toxinas. Agora eu entendi porque tantas mulheres gostam de andar de bicicleta. E porque elas são tão bonitas. Sem contar que melhora o condicionamento físico. Além de tudo isto, bicicleta não polui o meio ambiente. Eu vinha todo faceiro pela ciclovia filosofando mais que Emmanuel Kant, por um bom motivo: do bairro para o centro é descida e na descida todo santo ajuda. A volta seria outra história. Por isto, continuei filosofando.

Eu não entendo a greve dos motoristas num aspecto: ela pune a população, mas os não os patrões. Do ponto de vista da luta de classes, segundo o filósofo materialista Karl Marx, isto não faz o menor sentido. Se for para punir os patrões, os trabalhadores deviam trabalhar de catracas abertas. Os patrões seriam punidos e a população não seria prejudicada. Foi apenas uma ideia que me surgiu enquanto eu entrava no Bosque do Papa. Do jeito que é feita, os trabalhadores acabam pressionando o poder público para, no final das contas, atender uma demanda dos empresários que é aumentar a tarifa. Foi o que eu pensei enquanto pedalava.

No Bosque do Papa eu pensei na questão da maconha. Sempre tem um sujeito fumando maconha na ciclovia. E eu não deixei de filosofar sobre o assunto. Eu estou com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso nesta questão da maconha. Libera esta porcaria de uma vez que do jeito que está só quem ganha com isso é policial corrupto e traficante. A questão da maconha já encheu o saco. E tem mais: maconha no Brasil podia ser vendida no açougue, porque virou carne de vaca. É impressionante. Mas esta opinião ainda não é definitiva. Afinal, um dos problemas de filosofar em cima de uma bicicleta é este: o sujeito não pode ter nenhuma conclusão porque ele também tem que prestar atenção no trânsito.

Eu pensei que o trajeto Shopping Müeller até o jornal fosse o mais complicado: me enganei. Foi maneiro e fui pedalando. Da Praça Tiradentes até a Pedro Ivo, fui mais rápido que antes. Muitas pessoas andando de bicicleta. Algumas mulheres bonitas me deram bom dia. Eu não pude prestar muita atenção nelas, para não perder o equilíbrio. A única coisa triste foi não encontrar aquele café gostoso na redação. As tias do café não puderam vir por causa da greve do ônibus. Mas no resto, foi maneiro.

Ciclovida participa do lançamento do Projeto Viva

Por ASCOM UFPR

 

Vania Ozorio apresenta repertório latino durante o Projeto Viva - foto Rodrigo Juste Duarte.Vania Ozorio apresenta repertório latino durante o Projeto Viva – foto Rodrigo Juste Duarte.

Na última sexta-feira, 21/02, atividades culturais marcaram o lançamento do Projeto Viva. A iniciativa da UFPR, por meio da Pró-reitoria de Admnistração (PRA), tem o objetivo de divulgar diversos projetos voltados à comunidade acadêmica em temas como saúde, mobilidade, meio-ambiente e cidadania. Ao final do evento foi anunciado um convênio entre a universidade e a Secretaria Municipal de Trânsito de Curitiba (SETRAN).

Na última sexta-feira, 21/02, atividades culturais marcaram o lançamento do Projeto Viva. A iniciativa da UFPR, por meio da Pró-reitoria de Admnistração (PRA), tem o objetivo de divulgar diversos projetos voltados à comunidade acadêmica em temas como saúde, mobilidade, meio-ambiente e cidadania. Ao final do evento foi anunciado um convênio entre a universidade e a Secretaria Municipal de Trânsito de Curitiba (SETRAN).

O projeto surgiu da necessidade de reunir as diversas iniciativas que são desenvolvidas na universidade, buscando uma maior difusão entre estudantes, técnicos e docentes. O Pró-reitor de Administração, Álvaro Pereira de Souza, explicou a origem do programa. “O projeto deu seus primeiros passos em 2010 quando fizemos o Conselho de Segurança na PRA, que trouxe uma visão mais ampla da comunidade da universidade. A partir daí vários programas foram se juntando ao projeto”.

Durante o dia foram realizadas diversas atividades como shows de música, apresentação de teatro e campanhas de conscientização. Também foi oferecido conserto de bicicletas aos participantes.

Integração à cidade

Ao final das atividades o reitor da UFPR, Zaki Akel, e a Secretária de Trânsito, Luiza Simonelli, anunciaram um convênio para atuação conjunta das duas instituições para melhoria do trânsito da cidade e integração da universidade.

Reitor Zaki Akel Sobrinho fala sobre convênio entre a Secretaria Municipal de Trânsito e UFPR, no Projeto Viva - foto Rodrigo Juste DuarteReitor Zaki Akel Sobrinho fala sobre convênio entre o SETRAN e a UFPR ao lado Secretária Municipal de Trânsito, Luíza Simonelli, e Pró-reitor de Administração Álvaro Pereira de Souza – foto Rodrigo Juste Duarte.

O acordo prevê o suporte técnico da universidade em relação ao trânsito e planejamento urbano. A UFPR já conta com projetos que podem dar contribuições importantes para a cidade como o Núcleo de Psicologia do Trânsito e estudos sobre Engenharia de Trânsito. Além disso, está sendo estudada a implantação de uma especialização lato sensusobre o tema para ajudar na formação de profissionais qualificados na área.

A contrapartida da secretaria vai se dar em relação à estrutura da universidade e sua integração à cidade. Este tipo de parceria já vem acontecendo em menor escala, como na implantação de recuos para a parada da linha de ônibus Intercampi , que tem trazido mais segurança para os estudantes e motoristas, o trajeto do ônibus também foi otimizado.

Segundo Souza, o convênio é importante para integrar a universidade ao tecido urbano, “Em vários momentos é preciso uma atuação conjunta entre nós e o município”, completou. Um desses casos é a previsão de mudança de localização da estação tubo que atende o campus Jardim Botânico, que deve ser instalada dentro da universidade, o objetivo é aumentar a segurança dos estudantes, mas para isso é preciso uma série de estudos que serão facilitados pela parceria.

O reitor agradeceu o trabalho da PRA e lembrou do papel da universidade na formação do cidadão. “Esta universidade é o maior celeiro de licenciaturas do Paraná, são professores que vão atuar diretamente na formação do cidadão, é por isto que precisamos trazer as questões do cotidiano para dentro da universidade.” Também lembrou da importância do convênio, “hoje somos uma cidade dentro de Curitiba, uma comunidade de mais de 40 mil pessoas, precisamos nos integrar à cidade.”

Ciclovida – bicicleta como solução

Oficina de bicicletas, consertos oferecidos durante o Projeto Viva - foto Rodrigo Juste Duarte.Oficina de bicicletas, consertos oferecidos durante o Projeto Viva – foto Rodrigo Juste Duarte.

Uma das iniciativas do Projeto Viva é chamar atenção da comunidade acadêmica para o uso da bicicleta como opção de transporte. Durante o dia os participantes do evento puderam fazer pequenos consertos e conhecer as vantagens de uso deste meio de transporte por meio do grupo Ciclovida da UFPR.

O Ciclovida começou a ser desenhado em 2002, com algumas ideias e ações ainda limitadas, vindo a ser oficilizado em 2008. O grupo tem o objetivo de envolver cada vez mais pessoas com a cultura de uso da bicicleta. Segundo José Carlos Belotto, um dos articuladores do projeto, “é preciso combater a cultura do que chamamos de ‘carrismo’, que promove o carro como símbolo de status e coloca este meio de transporte como o único modal possível. Essa lógica foi adotada pelos planejadores urbanos o que acabou atraindo mais e mais carros”.

O programa também busca estimular a pesquisa na UFPR, tentando sensibilizar a academia a estudar assuntos relacionados ao tema, monografias e dissertações de mestrado já foram estimuladas pelo programa. Além disso, o evento “Desafio-intermodal”, promovido pelo grupo, passou a fazer parte das disciplinas de “cidade e meio-ambiente” do curso de Arquitetura e Urbanismo e da disciplina de “engenharia de tráfico” das engenharias. O desafio verifica todo ano na hora do rush qual o meio de transporte mais eficiente para um trajeto de 10km no centro da cidade.

Durante as atividades os visitantes podiam usar o simulador desenvolvido pelo Ciclovida – disponível no site  http://www.ciclovida.ufpr.br/ – onde, informando a distância entre a casa e o trabalho e quantas vezes por semana pretende usar a bicicleta, o sistema retorna informações como a economia que se tem, a quantidade de poluentes que se evita jogar na atmosfera e as calorias a mais que seriam consumidas com a atividade. Também mostra as informações se 10% dos motoristas fizessem o mesmo.

Conserto de bicicletas
O Projeto Viva também contou com conserto de bicicletas para a comunidade universitária, consertos simples que não requerem peças eram feito gratuitamente, consertos mais complexos custavam entre R$ 4,00 e R$ 6,00. A inicitiva foi uma parceria entre a Bicicletaria Cultural e a UFPR, que subsidiou parte dos custos dos consertos.

A Bicicletaria Cultural surgiu em 2011 buscando ser um espaço para o ciclista no centro da cidade. Segundo Fernando Rosenbaum, um dos proprietários, não havia estimulos na região central para os ciclistas, “nós participávamos de várias iniciativas para promover o uso da bicicleta, como as bicicletadas e o festival Arte Bicicleta e Mobilidade [evento de promoção da cultura da bicicleta] mas não havia nada no centro da cidade que dissesse: ‘Seja bem vindo!’ aos ciclistas, a bicicletaria foi a resposta para essa demanda”. O local conta comestacionamento e oficina comunitária, além de um Espaço Cultural e serve como sede para a Cicloiguaçu (Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu).

Gestão ambiental
Também estão contemplados no Projeto Viva o programa Separando Juntos, parceria da PRA com a Divisão de Gestão Ambiental da Prefeitura Universitária, que visa estabelecer ações em relação à separação e destino dos resíduos gerados na UFPR. A divisão também distribuiu panfletos contra o abandono e outros tipos de maus-tratos a animais domésticos. Mais informações no site www.ufpr.br/~dga.pcu e www.zoonoses.agrarias.ufpr.br .

Segurança

Banda PM, de policiais militares, tocam pop rock educativo - foto Marcos Solivan.Banda PM, de policiais militares, tocam pop rock educativo – foto Marcos Solivan.

A SETRAN, além de assinar o convênio, e a Polícia Militar estiveram presentes com ações de conscientização. O Cabo Gonzales que participou da iniciativa ressaltou a importância de eventos que envolvam educação no trânsito, como o Projeto Viva: “estes eventos ajudam a formar um condutor mais consciente, o que torna mais difícil que se envolva em ocorrências, isso ajuda a termos um trânsito mais seguro”. A banda PM, formada por policiais, fez uma apresentação de rock com músicas educativas durante a programação cultural.

O Projeto Viva ainda contempla ações relacionadas à segurança da comunidade acadêmica em geral, como o Projeto “Rota de Fuga”, sob as instruções técnicas do Corpo de Bombeiros. A proposta é construir, ao longo do ano, escadas para utilização em incêndios e adequações menores como a sinalização para os equipamentos de segurança.

 

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A opinião dos palestrantes estrangeiros sobre o 3º Fórum Mundial da Bicicleta

Por Vá de Bike

Veja a percepção de alguns dos convidados estrangeiros que marcaram presença no Fórum de Curitiba. Com Elly Blue, Mora Caron, Chris Carlsson e Lars Gemzøe, além do Chaplin de bicicleta e outras imagens e momentos que transmitem o clima que havia por lá. O vídeo é da Rachel Schein, com tradução de Luciana Spedine.

Estamos preparando uma série de vídeos e matérias sobre o Fórum, trazendo mais informações e imagens sobre o que aconteceu em Curitiba durante os quatro dias de evento. Participar desse Fórum foi uma experiência enriquecedora, que compartilharemos com vocês aqui no Vá de Bike.

 

3º Fórum Mundial da Bicicleta – Palestrantes estrangeiros from Vá de Bike on Vimeo.

Fórum sobre bicicletas aborda negócios

VEJA NO LINK

O Programa Ciclovida e
a Invasão das Bicicletas


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