Convite para apresentação de mestrado “Programa Ciclovida como política de mobilidade urbana sustentável”

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Acontece no dia 01/09 a defesa pública da dissertação do Mestrado em Planejamento e Governança Pública da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) de Silvana Nakamori, sob orientação do Prof. Dr. Antônio Gonçalves de Oliveira, que tem como tema “Programa Ciclovida como política de mobilidade urbana sustentável:Estudo empírico na Universidade Federal do Paraná”.

O evento ocorre a partir das 17h, no mini-auditório da UTFPR, sede centro.
Endereço: Av. Sete de Setembro, 3165

Lançado o “Bicicleta na Mídia – Guia de apoio a jornalistas”

O “Bicicleta na Mídia – Guia de apoio a jornalistas”é um guia elaborado pela ONG Rodas da Paz, que tem o intuito de auxiliar jornalistas que pretendem cobrir pautas sobre a bicicleta e mobilidade.

O guia pode ser baixado aqui: http://goo.gl/GHUA4v

 

Manual de Infraestrutura Cicloviária da Colômbia

Com vocês, o Manual de Infraestrutura Cicloviária da Colômbia – exemplos ilustrados e soluções. A publicação é nova e foi financiada por um fundo nacional de segurança viária; pode servir de inspiração e fonte de consulta para pesquisa acadêmica e estudo comparado com as práticas aplicadas no Brasil.
O documento pode ser baixado do Google Drive pelo link a seguir:

“Mais que um Leão por Dia” narra a pedalada de 12 mil km de um brasileiro na África

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Lançado em junho desse ano, o livro “Mais que um Leão por Dia” do jornalista Alexandre Costa Nascimento é a narrativa de uma aventura de 12 mil quilômetros. Durante a viagem, Alexandre tornou-se o primeiro brasileiro a participar do “Tour d’Afrique”, expedição que atrai ciclistas do mundo todo, que tem em comum o desafio de percorrerem os 12 mil quilômetros que separam o Cairo, no Egito, da Cidade do Cabo, na África do Sul.

O livro é uma narrativa da aventura, que durou 4 meses, e é ilustrado com mais de 450 fotos.

No link abaixo está disponível um mapa da viagem, com as fotos que ilustram o livro:
http://blog.nossacultura.com.br/album/

O livro custa R$46,50 e pode ser comprado aqui:
http://www.nossacultura.com.br/mais-que-um-leao-por-dia.html

Paris pretende se tornar a nova capital mundial do ciclismo urbano

Duplicar a quantidade de ciclovias na cidade, estabelecer uma rede expressa, criar um fundo econômico de auxílio para a compra de uma bicicleta e construir 10 mil novas vagas de estacionamento para bicicletas são algumas das medidas do Plano de Bicicletas 2015-2010 apresentado recentemente pela Prefeitura de Paris e que pretende transformar a cidade na “capital mundial do ciclismo”.

Embora hoje em dia esse “título” seja atribuído àquelas cidades em que mais da metade dos habitantes se desloca de bicicleta, como Amsterdã e Copenhague, um dos objetivos do plano parisiense é que a quantidade de pessoas que usam diariamente a bicicletapasse de 5% para 15% da população até 2020.

O que o plano oferece ao ciclistas de Paris?

Antes da divulgação desse plano, o município realizou uma consulta com os cidadãos para saber quais são as expectativas sobre o uso da bicicleta como meio de transporte.

Dessa enquete, realizada em outubro do ano passado, participaram 7 mil pessoas, que apontaram para a necessidade de maior segurança nos percursos sobre duas rodas, segundo informa o secretário de Transporte e Espaço Público de Paris, Christophe Najdovski.

Após a conclusão dessa etapa, o plano começou a tomar forma, recebendo a injeção de 150 milhões de euros.

Infraestrutura 

Entre as iniciativas propostas está a duplicação da quantidade de ciclovias na cidade, passando de 700km a 1.400 km em apenas cinco anos. Essa medida, que propõe os novos trechos segregados dos automóveis, será complementada com a expansão do programa “París 30 km/h”, que pretende estabelecer regiões onde os automóveis só podem trafegar a, no máximo, 30km/h.

Soma-se a isso a mudança dos semáforos para ciclistas, que, em Zonas 30, permitirá que estes virem à direita mesmo com o sinal vermelho, desde que respeitem a preferência dos pedestres.

Também serão implementadas mais bici-boxes nos cruzamentos, isto é, áreas definidas para que os ciclistas tenham maior visibilidade enquando estiverem esperando o semáforo abrir.

Uma das iniciativas mais abrangentes do plano é a construção da denominada Rede Expressa que prevê a construção de 80 quilômetros de ciclovias que conectarão a cidade nos sentidos norte-sul, leste-oeste e adjacente ao rio Sena.

Cultura ciclista e estacionamentos

Uma nova estratégia que a prefeitura colocará à prova com o objetivo de fomentar a cultura ciclista na cidade é a criação de novos locais voltados para o uso da bicicleta, como centros de aprendizagem e oficinas para reparos mecânicos.

Por ouro lado, será destinado um fundo de 10 milhões de euros para ajudar financeiramente aqueles que queiram comprar uma bicicleta, comum ou elétrica, e não contem com recursos próprios.

Em relação aos estacionamentos, a meta é que em 2020 existam 10 mil novas vagas para bicicletas. Embora o estudo de demanda não tenha estabelecido os locais exatos desses novos estacionamentos, a ideia da prefeitura é construí-los nas proximidades das estações de trem, metrô e nas ruas.

Fontes: Prefeitura de ParisCityLab e Le Figaro.

Publicado originalmente em:
http://www.archdaily.com.br/br/766400/paris-pretende-se-tornar-a-nova-capital-mundial-do-ciclismo-urbano

Projeto de ciclovia entre Antonina e Morretes é apresentado a participantes da Oficina Uso da Bicicleta do 25º Festival de Inverno

Participantes da Oficina “Proposta para Melhoria do Uso da Bicicleta pela Comunidade Escolar em Antonina”, do 25º Festival de Inverno da UFPR,estiveram na quarta-feira (15) no Terminal Barão do Teffé, em Antonina, para conhecer o projeto de ciclovia entre Antonina e Morretes, proposto pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina/ Terminal Ponta do Félix.

O projeto prevê uma extensão de 84 quilômetros de ciclovia, sendo 58,8 quilômetros passando por Morretes e outros 24,2 quilômetros por Antonina.

O trajeto beneficiado pela obra parte de dois pontos: a Estrada da Marta, em Morretes, e a BR-277, passando por Antonina (Avenida Tiago Peixoto e Avenida Conde Matarazzo) e Morretes. Na cidade de Morretes, a ciclovia passaria por mais de 30 pontos turísticos. A estrutura prevê módulos e pontos de refúgio com paraciclos, bebedouro e tomada. “Todo o projeto urbanístico e arquitetônico foi desenvolvido, evitando áreas de manobras de caminhões e entrada e saída de ônibus e veículos de grande porte”, explicou o diretor comercial do Terminal Ponta do Félix, Cícero Simião.

Para José Carlos Belotto, ministrante da Oficina e coordenador do programa Ciclovida, a ideia de uma ciclovia no trecho em questão é muito bem vinda, na medida em que é uma necessidade antiga não apenas dos praticantes de ciclismo, mas principalmente dos moradores da região, que usam a bicicleta como meio de transporte.Diagnóstico sobre o uso da bicicleta em seis colégios da rede pública de ensino do município, feito pelos participantes da Oficina na 24ª edição do Festival apontou que 15% das crianças de Antonina usam a bicicleta como meio de transporte até a escola, enquanto que a média nacional é de 3%

Belotto, que é também vice-presidente da Federação Paranaense de Ciclismo e integrante da União dos Ciclistas do Brasil, acredita que uma ciclovia na região vem ao encontro também da segurança das pessoas que pedalam na BR-277, em Morretes e em Antonina. Mais do que isso: uma ciclovia com estrutura pode ajudar no desenvolvimento de toda a região, com mais estímulo ao cicloturismo, o fomento ao comércio, aos restaurantes locais que já percebem a necessidade de atender aos ciclistas.

Aprimoramento do Projeto

David Couto, morador de Antonina e participante da oficina,Mestre em Sociologia com a dissertação sobre cicloativismo, ponderou que o projeto apresentado pela Appa precisa se preocupar também com a necessidade de as questões econômicas e a cultura ciclística se aproximem. Nesse sentido, defende que a ciclovia tem que ser integradora da cultura da bicicleta: é preciso ter cuidado para que o uso da bicicleta pelos moradores mais simples não reforce o estigma da bicicleta como “transporte de pobre”.

O vice-coordenador do departamento de Design da UFPR e também integrante no programa Ciclovida, Ken Fonseca, ponderou que o projeto dessa ciclovia torna palpável a discussão da mobilidade com o uso da bicicleta no Litoral. Na sua visão, essa discussão propicia a contribuições de especialistas, ciclistas e da iniciativa privada, que poderá investir na execução da obra. Especialistas da UFPR – pesquisadores do Núcleo Interdisciplinar de Mobilidade, das áreas da Psicologia do Trânsito, Design, Políticas Públicas, entre outros – poderiam contribuir para aprimorar o projeto da obra, orçada por alto em R$ 30 milhões.

Apae recebe alimentos arrecadados pelo Ciclovida

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Mais de 100 kg de alimentos não perecíveis, arrecadados durante a Etapa de Cicloturismo Especial do 25º Festival de Inverno da UFPR, foram entregues à Apae de Antonina na manhã desta quinta-feira (16). As doações eram uma contrapartida para a participação na pedalada, que ocorreu no último domingo (12), entre Curitiba e Antonina, e integram o projeto Ciclovida da UFPR.

De acordo com a pró-reitora de Extensão e Cultura, Deise Cristina de Lima Picanço, a ação, que ocorreu pelo segundo ano consecutivo, traz uma importante ajuda à Apae e mostra o envolvimento da universidade nas questões sociais.

“Embora seja uma insituição parceira dos governos estadual e municipal, a Apae precisa do apoio da comunidade para sobreviver e cuidar melhor dos alunos, principalmente em um momento de crise econômica. Essa doação é uma grande ajuda para os trabalhos da escola, que contribui para a saúde e para o bom aprendizado dos alunos”.

Uma das diretoras da Apae, Sueli Nascimento, comemorou a chegada dos alimentos. “Estamos em um momento difícil, em que a merenda que veio para os alunos não é suficiente. Essa doação é uma grande ajuda para o desenvolvimento das atividades”, disse.

Por Marcos Martins

Publicado originalmente em: http://www.ufpr.br/portalufpr/blog/noticias/apae-recebe-alimentos-arrecadados-pelo-ciclovida/

Cicloturismo do Festival reúne mais de 40 ciclistas que enfrentaram quase 90 km até Antonina

AVISO SOBRE A PEDALADA P/ ANTONINA

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Foto: Danel Castellano

Como a previsão é de chuva para o final de semana, a pedalada de cicloturismo até Antonina permanece em estado de alerta. Caso a previsão venha a se confirmar e chova no domingo (12), a pedalada NÃO OCORRERÁ.
Para mais informações, conversar com o coordenador e responsável, José Carlos Belotto: Tel 041 99264096

Análise da ciclovia (Asa Norte) e propostas de melhorias para a mobilidade por bicicleta no DF

Estudo sobre as ciclovias em Brasília, com foco na ciclovia W4/W5 Norte (DF), incluindo textos críticos, fotos, compilação de leis e artigos sobre mobilidade urbana sustentável

Autor: Uirá Lourenço / Mobilize
Assunto: Estudos e Pesquisas
Abrangência: Distrito Federal
Ano: 2015

A capital do país, Brasília, apresenta condições sofríveis aos usuários de bicicleta. A dependência motorizada ainda é altíssima e poucos atrativos são oferecidos a quem pretende usar a bicicleta como meio de transporte.

Faltam medidas educativas e de fiscalização, assim como uma política ampla de integração da bicicleta aos modos coletivos de transporte. Falta também medidas como a redução do limite de velocidade nas vias; criação de ciclofaixas de interligação das ciclovias; sinalização de alerta aos motoristas para a presença dos ciclistas.

A ciclovia da Asa Norte (W4/W5 Norte) é emblemática dessa situação de precariedade. Por isso, essa ciclovia foi destacada pelo ciclista e colaborador do Mobilize Brasil, Uirá Lourenço, para organizar este farto material sobre mobilidade saudável, incluindo extensa análise da ciclovia ao longo dessa ciclovia, com diagnóstico e propostas de melhorias no trajeto. Além disso, o trabalho intitulado “Análise da ciclovia (Asa Norte) e propostas de melhorias para a mobilidade por bicicleta no DF – – Diagnóstico ilustrado da ciclovia W4/W5 Norte” inclui leis sobre mobilidade urbana, artigos, notícias e vídeos.

Além dos dois arquivos que estão em anexo neste estudo, há ainda um arquivo de documentação em fotos, também de autoria de Uirá Lourenço, da situação de precariedade e insegurança vivenciada por ciclistas na ciclovia da asa norte (W4/W5).

Para ver as fotos da ciclovia W4/W5, acessar o link:

https://drive.google.com/file/d/0B3mRp_vAudp0SDBDMURMaWtMZlE/view

Para a matéria original e download dos arquivos, acesse:

http://www.mobilize.org.br/estudos/205/analise-da-ciclovia-asa-norte.html

O Programa Ciclovida e
a Invasão das Bicicletas


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