“Crianças ao Ar Livre” e “Crianças em Movimento”

Crianças ao Ar Livre

 

Crianças em Movimento

Paris vai dobrar ciclovias e tirar carros do centro até 2020

Por Bike é Legal

Aos poucos, as maiores cidades do mundo estão repensando o modelo de mobilidade que dominou nas últimas décadas. A novidade da vez é que Paris quer proibir a circulação de carros em sua região central e dobrar a quantidade de ciclovias da cidade até 2020.

O plano foi anunciado pela prefeita Anne Hidalgo em entrevista ao “Journal du Dimanche” no último final de semana e, mais do que o replanejamento do fluxo de pessoas na capital francesa, a ideia tem como foco principal a redução dos efeitos da poluição.

Divulgação/Vélib

Numa área que engloba os quatro distritos centrais da ‘cidade luz’, será permitida apenas a passagem de bicicletas, ônibus, táxis, carros de emergência e de entregas, além dos veículos de moradores.

No início, a restrição será implantada apenas nos finais de semana, mas a promessa é de aos poucos a zona “semi-pedestrianizada” passe a ser válida todos os dias.

Dobro de ciclovias

A prefeita Hidalgo também anunciou que vai dobrar a quantidade de ciclovias em Paris. Hoje, a capital francesa conta com 652km de vias para bicicletas e o plano de expansão está orçado em 100 milhões de euros, algo em torno de R$310mi.

Junto com a malha cicloviária, a cidade deve ter também um aumento do sistema de bikes compartilhadas, o Vélib, que caiu no gosto dos parisienses.

“Hoje, 60% dos parisienses não possuem o próprio carro, enquanto em 2011 esse número era 40%. Está mudando rapidamente”, diz a prefeita Anne Hidalgo.

 

Vídeo: Circuito das Nascentes

Por Tim Leite

Mais Fotos: Circuito das Nascentes

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Por Rafael Buratto

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Fotos: Circuito das Nascentes

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Fotos: Leonardo Ruppel

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Tour de Rennes 2014

“Protocolo de Sorocaba” é o principal legado do Shimano Fest 2014 para mobilidade urbana

Por União de Ciclistas

Documento oficial nasce a partir de um debate envolvendo representantes de empresas privadas, poder público e sociedade civil organizada

São Paulo (SP) – O 5º Shimano Fest, maior evento de bike e pesca da América Latina, pode ser considerado histórico e um marco para a mobilidade no Brasil. Além de atingir números recordes, com aumento de 45% no público em relação a 2013, com 13.000 visitantes, e impacto econômico de 2,8 milhões de reais em Sorocaba e região, a edição deste ano deixa para o País um importante legado. Após abertura em 21 de novembro com o Congresso Mobilidade – Shimano Fest, a organização do evento, em parceria com a UCB (União de Ciclistas do Brasil), divulga o “Protocolo de Sorocaba para o desenvolvimento da mobilidade ciclística”. O documento pode ser conhecido na íntegra emwww.uniaodeciclistas.org.br/protocolo-sorocaba, onde também as empresas e instituições interessadas podem subscrevê-lo e se comprometer com seus termos.

A elaboração do documento reúne a reflexão de representantes de empresas privadas, do poder público e da sociedade civil organizada, que estiveram no Parque das Águas, de 21 a 23 de novembro de 2014. O debate tratou das situações política, econômica e cultural da mobilidade urbana e das formas de se reduzir a contraprodutividade e o estresse que as cidades brasileiras enfrentam devido à falta de planejamento no transporte.

“O mercado mundial de bicicletas é determinado por inúmeros setores sociais e agentes econômicos e políticos. A bicicleta envolve temas como saúde, uso do espaço público para transporte, lazer e esporte, meio ambiente, planejamento urbano e educação viária, tanto pela sociedade civil, quanto pelo poder público e pela iniciativa privada. Portanto, a expansão do mercado de bicicletas, de médio a longo prazo, ganha bastante ao empreender o diálogo com quem defende o uso da bike”, avalia André Geraldo Soares, Diretor Presidente da UCB.

“A proposta de um protocolo de compromissos feita pela Shimano demonstra que a empresa está conectada com as aspirações sociais para viabilizar o uso da bicicleta, promover a segurança de seus usuários e conquistar novos adeptos”, elogiou André. “Seu maior mérito é envolver todos os setores sociais para o alcance do maior objetivo, que é aumentar a participação da bicicleta na mobilidade urbana, reconhecendo as boas práticas e motivando novas adesões”, completou o representante da UCB. O “Protocolo de Sorocaba” é lançado com o intuito de unir esforços e consolidar compromissos multilaterais para aumentar, com eficiência, segurança e conforto aos ciclistas nos projetos de mobilidade urbana.

“O Protocolo é a materialização de um momento importante que foi reunir entidades públicas e privadas, assim como profissionais de diferentes segmentos em torno da discussão sobre mobilidade por bicicleta. Além do Shimano Fest ser realizado em uma cidade referência neste assunto, coincidentemente São Paulo está passando por uma transformação históricapor conta das Ciclovias que estão sendo implementadas”, definiu Rogério Tancredi, gerente de marketing da Shimano.

Representantes do mundo da bike – Em Sorocaba, estiveram reunidos diversos nomes relacionados ao mundo da bike. Enquanto a Shimano foi representada pela coordenadora de marketing esportivo, Vanessa Srna Pinheiro, a Urbes (Empresa de Desenvolvimento Urbano e Social de Sorocaba) teve o assessor técnico, José Carlos de Almeida, apresentando o modal da cidade, interligado ao sistema de transporte público. Em seguida, no painel “Cases de sucesso – Iniciativas do setor privado para a mobilidade”, apresentaram-se Rafael Mambreti, do Carbono Zero Courrier, Marcos Tadeu Camargo, do SESC Sorocaba, e Claudia Franco, da Escola de Bicicleta Ciclofemini.

O Congresso Mobilidade – Shimano Fest foi encerrado com uma mesa redonda entre representantes de diversas frentes da sociedade. Os debatedores foram: Willian Cruz, do Website “Vá de Bike”; Fábio Samori, proprietário do Aro 27 Bike Café; Cleber Anderson, proprietário da Anderson Bicicletas; Fernando Guimarães, apresentador na rádio Cruzeiro FM e repórter no Jornal Cruzeiro do Sul; Renata Falzoni, do Bike é Legal; André Geraldo Soares (UCB), o vereador por São Paulo, Police Neto e o engenheiro Clebson Aparecido Ribeiro, secretário do Meio Ambiente de Sorocaba.

“O Protocolo de Sorocaba é o resultado deste esforço, deste brainstorming saudável e continuado, já que além de ser compartilhado, é colaborativo. Desta forma, é muito representativo para a Shimano, porque temos satisfação e orgulho de sermos catalisadores, e não criadores, do documento significativo que possui vida própria. Desejamos compartilhar essa iniciativa com outros escritórios da Shimano pelo mundo, em países que estejam passando por momento similar ao do Brasil”, enalteceu Tancredi.

“Foi um evento repleto de êxitos, não somente para o esporte, que tem o Shimano Fest como referência nacional. Foi feliz a escolha da cidade, destacada pela renovação urbana proporcionada pelo ciclismo. Também foi exemplar a iniciativa da Shimano em demonstrar a relação entre esporte e mobilidade urbana por meio da bicicleta”, destacou o representante da União de Ciclistas do Brasil.

O Shimano Fest, totalmente gratuito e destinado a todos os públicos, foi realizado pela Shimano, multinacional líder mundial nos mercados de bike e pesca, com apoios da Prefeitura Municipal de Sorocaba e da Urbes (Empresa de Desenvolvimento Urbano e Social de Sorocaba).

Sobre a Shimano – Empresa líder de mercado em componentes e acessórios para bicicleta, pesca e remo, a Shimano foi criada em 1921 e possui sede em Sakai, no Japão. O escritório da Shimano Latin America (SLA) foi fundado em 2007 e conta com sete parceiros comerciais no Brasil: Biape, Ciclo Cairu, Isapa, Joytech, JR Comércio, LM Bike e Mix Bicicletas.

A Shimano desenvolveu as exclusivas tecnologias STI (Shimano Total Integration – alavanca de marchas e freio integrados), SPD (Shimano Pedaling Dynamics – para sapatilhas e pedais) e SIS (Shimano IndexSystem), reconhecidos e referência no mundo todo. Possui entre suas marcas nomes que são sinônimos de qualidade e performance no universo ciclístico: XTR, Dura Ace, Ultegra, DI2.

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Roubos e furtos de bicicletas crescem e aparecem em Curitiba e no Paraná

Por Bem Paraná

Cadastro nacional revela que estado e cidade estão em terceiro no ranking nacional dos crimes. Delegado admite aumento do problema


Ciclovia entre a linha férrea e a Avenida Nossa Senhora da Luz, é um dos pontos de maior risco para ter a bicicleta roubada, dizem os próprios ciclistas da cidade (foto: Valquir Aureliano)

Ao mesmo tempo em que conquistam cada vez mais espaço e respeito no trânsito com o aumento do número de bicicletas pelas ruas, os ciclistas também começam a ter de lidar com os furtos e roubos de bikes. Embora o problema não seja novidade, ele agora começa a ganhar proporções inéditas. E o estado do Paraná e Curitiba aparecem com destaque negativo, com o município e o estado aparecendo em terceiro lugar no ranking de estados e cidades com maior número de roubos.
No Cadastro Nacional de Bicicletas Roubadas, o estado do Paraná responde por 10,36% dos roubos registrados, totalizando 171 furtos e 48 roubos. Apenas Rio de Janeiro (312 ocorrências) e São Paulo (878) aparecem na frente. Já entre os municípios, Curitiba também aparece em terceiro lugar, com 132 furtos e 33 roubos (7,81% do total). Outro município paranaense no “top 20” é Londrina, em 19º, com 11 furtos e cinco roubos (0,76% do total).
Embora os números não sejam oficiais (a Secretaria de Segurança Pública não tem estatística sobre furtos e roubos de bicicletas), a sensação e a constatação de quem usa a bike no dia a dia é de que a situação, de fato, está grave. “(O roubo de bicicletas) é recorrente e está ligado com o próprio aumento do uso da bicicleta na cidade, com mais gente andando de bike ”, afirma Goura Nataraj, integrante da ONG Ciclo Iguaçu.
Segundo o delegado-adjunto da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR), Marcelo Magalhães Pereira, a maioria dos criminosos visa as bicicletas que estão mais fáceis de serem roubadas. “O ladrão age conforme a facilidade. Geralmente são usuários de drogas que roubam para manter o vício”, afirma. Entretanto, os criminosos estão cada vez mais audaciosos. “É cada vez mais comum os bandidos entrarem em estacionamentos, invadirem garagem para roubar bicicleta”, comenta Goura.
Este, inclusive, foi o caso da estudante de biotecnologia Karen Jaqueline Haselroth, de 19 anos. A jovem, que utilizava a bicicleta como único meio de transporte, foi vítima de um furto na madrugada de uma sexta-feira. “Eu usava a minha bicicleta para tudo, vivia com ela. Por isso, quando levaram a bike, me atrapalhou muito. Foram duas semanas sem bicicleta”, relembra a universitária. “Depois do furto, eu deixei de guardar a bicicleta na garagem e agora guardo dentro de casa. Além disso, quando vou para a faculdade ou para a academia, uso corrente”, conta a jovem, que estuda na UFPR de Palotina, no oeste do Paraná, onde não existem ônibus.
Outra vítima é Fábio Ladeira, um estudante de comunicação de 26 anos. Por duas vezes tentaram levar a bicicleta dele. Na primeira, Fábio encontrou a corrente da bike toda danificada e quase cortada no estacionamento da Reitora da UFPR. Na segunda, foi abordado na Rua Francisco Torres, quando chegava em casa. Reagiu e conseguiu ficar com a bicicleta, mas acabou perdendo a carteira. “Eu utilizava a bicicleta diariamente, tanto para ir ao trabalho quanto para ir à aula e atividades de lazer. Sempre foi meu principal meio de transporte, mas depois das tentativas de furto e roubo, reduzi muito a utilização. Além disso, no ano passado, roubaram a bike de um amigo que morava comigo. Por isso, quase não tenho mais utilizado bicicleta, pois tenho atividades até tarde e não me sinto seguro para pedalar de noite”, afirma.
Para reduzir as ocorrências e aumentar a sensação de segurança, algumas medidas poderiam ser tomadas pelos próprios ciclistas e o poder público, na visão de Goura Nataraj. “Tem de ter um trabalho de conscientização com os próprios ciclistas, para eles aprenderem como prender melhor suas bicicletas. Além disso, o poder público precisa criar mais bicicletários e paraciclos pela cidade e deve fortalecer a ciclopatrulha da Guarda Municipal”, opina.

Dicas de Segurança

Comprar um bom cadeado (as travas no modelo “U” são as mais recomendadas)Deixar as bicicletas em local de fácil visibilidade
Pedalar em grupo, principalmente de noite
Sempre que possível, retirar o selim da bicicleta
Em caso de bicicletas muito caras ou de marcas conhecidas, tire o adesivo ou tampe o nome com alguma fita

Para bicicletas mais caras (acima de R$3 mil) já vale a pena procurar seguradoras

Ao estacionar em um bicicletário, tente prender sua bicicleta no meio de outras

Personalize a bicicleta para torná-la única

Anote o número de série de sua bike, que normalmente fica registrado próximo ao movimento central

Circuito das Nascentes – Piraquara

Nascentes Piraquara

O Programa Ciclovida e
a Invasão das Bicicletas


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