Arquivo do mês: maio 2013

Rasca apresenta projeto que reserva 5% de vagas para bicicletas nos estacionamentos do Paraná

Por Rasca

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Os estacionamentos do Paraná poderão ser obrigados a reservar 5% das vagas existentes para bicicletas. É o que determina um projeto de lei apresentado, nesta terça-feira (28), na Assembleia Legislativa do Paraná pelo deputado estadual Rasca Rodrigues (PV).

A proposta estabelece que os estacionamentos privados localizados em municípios com mais de 200 mil habitantes deverão ofertar as vagas para os ciclistas, em suporte apropriado e com as mesmas garantias dos usuários de veículos automotores.

“Os ciclistas disputam diariamente espaço no trânsito com outros veículos. Precisamos incentivar alternativas como a bicicleta, que ganha cada vez mais adeptos, como solução para esse trânsito cada vez mais caótico”, defende Rasca, que é um dos criadores da Frente Parlamentar da Mobilidade Urbana Sustentável da Assembleia.

O descumprimento da medida acarretará em multa ao estabelecimento infrator em R$ 5 mil e, em caso de reincidência, R$ 10 mil. Segundo o censo do IBGE de 2010, o Paraná possui oito cidades com mais de 200 mil habitantes: Curitiba, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Cascavel, São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu e Colombo.

Segundo o deputado Rasca, a proposta além de ajudar na solução para o congestionamento dos grandes centros urbanos, proporciona também benefícios à saúde da população.
“Sabemos que os ciclistas encontram vários empecilhos na hora de optar pela bicicleta, entre eles a falta infraestrutura nas vias públicas. Com o projeto, queremos oferecer a quem opta pelas bicicletas a opção de terem um local para estacioná-las com segurança”, completou Rasca.

Cicloativismo

Para o coordenador do Programa Ciclovida da Universidade Federal do Paraná (UFPR), José Carlos Assunção Belotto, a iniciativa representa um grande avanço porque estimula o uso de bicicleta e reconhece a importância de outros meios de transporte em áreas urbanas.

“As pessoas que utilizam bicicletas sabem que um dos principais inibidores do seu uso é a falta de local para deixá-las. Por isso, vemos com bons olhos a iniciativa, que coloca o Paraná em sintonia com legislações semelhantes em outros países”, destacou Belotto.

Pedalada Tandem

Neste sábado o Celin (UFPR) e a CicloIguaçu promovem a primeira PEDALADA TANDEM, uma proposta para mostrar aos estudantes estrangeiros, que frequentam o Celin, a possibilidade de se locomover de bicicleta em Curitiba.
Quem puder participar é muito bem vindo!! Na verdade, seria muito bom a presença de mais ciclistas para ‘ajudar’ no percurso.
Sábado, dia 25/05 – 10hs no Celin da Rua XV (próxima a reitoria)

BICICLETAS DEVEM CIRCULAR PELA DIREITA DA PISTA. QUEM DISSE?

Por Marcelo José Araújo

Sj8Q0Já se tornou notória a idéia de que o ciclista deve se deslocar pela direita da pista de rolamento, no sentido dos demais veículos, quando não houver faixa ou via exclusiva, ciclofaixa ou ciclovia. O fato de ciclofaixas serem colocadas ao lado esquerdo das pistas já foi motivo de protestos, inclusive em Curitiba, o que não procede, pois a sinalização prevalece sobre a regra geral (Art. 89 do CTB), e nesse caso a ciclofaixa poderia estar a direita, esquerda ou até no meio da pista, inclusive com duplo sentido que não haveria ilegalidade, apesar de algumas autoridades menos cautelosas terem feito coro a essa impropriedade.

Mas nosso tema de hoje irá questionar se existe algum dispositivo legal no Código de Trânsito que estabeleça que bicicletas devam circular pela direita da pista quando não houver ciclovia, ciclofaixa ou acostamento no caso das rodovias. Há apenas dois dispositivos legais no CTB que dariam suporte a essa reflexão, que são o inciso IV do Art. 29 e o Art. 58.

CTB

Art. 29. …

IV – quando uma pista de rolamento comportar várias faixas de circulação no mesmo sentido, são as da direita destinadas ao deslocamento dos veículos mais lentos e de maior porte, quando não houver faixa especial a eles destinada, e as da esquerda, destinadas à ultrapassagem e ao deslocamento dos veículos de maior velocidade;

A conjunção aditiva implica que as duas condições devam ser atendidas, quais sejam, ser mais lento e de maior porte simultaneamente.  A bicicleta não atende a nenhum nem individualmente quanto mais simultaneamente.  Os desafios intermodais estão aí para provar que no trânsito intenso a bicicleta não é o veículo mais lento, e pelo contrário, consegue se manter numa velocidade média muito superior à dos demais veículos.  Quanto a ser o de maior porte, nem vamos comentar.  Por esse dispositivo a bicicleta não só não teria que ocupar a pista da direita quanto não deveria.

 CTB

Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.

 

Gramaticalmente não está claro a pista dupla se refere apenas às vias rurais ou também às urbanas, mas isso não compromete a reflexão pois no caso de vias rurais (rodovias) já existe o acostamento e nas rodovias a bicicleta tende a ser mais lenta conforme o dispositivo anteriormente citado, mas como o problema não está nelas, e sim nas vias urbanas, se elas forem de pista dupla o bordo da pista fatalmente será do lado direito, porém nas vias de sentido único haverá bordo do lado direito e esquerdo, e nesse caso a bicicleta poderia circular junto a qualquer um deles, tanto na direita quanto na esquerda.

Nossa conclusão é que não há nenhum dispositivo legal que determine que não havendo faixa ou via exclusiva, ou acostamento, o ciclista deva circular pela direita nas vias urbanas de sentido único.

MARCELO JOSÉ ARAÚJO – Advogado e Consultor de Trânsito. Professor de Direito de Trânsito e Presidente da Comissão de Trânsito, Transporte e Mobilidade da OAB/PR

marceloaraujotransito@gmail.com

 

Mapa Cicloviário de Belo Horizonte

Por mountainbikebh.com.br

Visualizar Mapa Cicloviário em um mapa maior

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Identificar as estruturas que viabilizam o uso da bicicleta em uma cidade é uma forma de estimular o seu uso por mais pessoas, nas várias vertentes: transporte, lazer, esporte.  Com base no modelo instituido pela ONG Transporte Ativo, divulgamos o Mapa Cicloviário de Belo Horizonte.

A intenção é divulgar:

– Bicicletários (públicos,  privados);
– Locais amigáveis para bicicletas (bares, shoppings, etc..);
– Empresas que possuem estrutura para seus funcionários utilizarem a bicicleta;
– Ciclovias, ciclofaixas e seu estado de conservação
– Lojas e oficinas de bicicleta (endereço, website);
– Bombas de ar (em postos de gasolina);

Aos poucos, as informações serão padronizadas, contendo mais detalhes sobre a distância e sinalização das ciclovias.

O Mapa Cicloviário vem substituir iniciativas anteriores, hospedadas também no Google Maps [1] [2] e contemplará informações também sobre o andamento das obras do Pedala BH.  Serão incluidas também informações geradas pelos relatórios de acompanhamento produzidos em parceria com a BH em Ciclo.

Para contribuir com o mapa, basta seguir as orientações descritas aqui.

Para construir o mapa de sua cidade, siga o tutorial disponibilizado pela TA, neste link.

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Veículos sustentáveis, como as bicicletas, tendem a ganhar cada vez mais espaço nas grandes cidades

Por Jornal do Comércio/UOL

Os constantes congestionamentos nas grandes cidades e o impacto ambiental
da movimentação de uma frota de milhões de veículos farão com que novas
opções ao transporte por automóveis se desenvolvam. Essa tendência foi
apontada durante o seminário Sustentabilidade e Mobilidade Urbana,
realizado pela Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip)
TodaVida, na sexta-feira, em Porto Alegre.

124418_transporte_thumb_medioO coordenador do Programa de Extensão Ciclovida da Universidade Federal do
Paraná, José Carlos Assunção Belotto, acredita que a realidade atual pode
começar a mudar através do ambiente universitário. Ele destaca que esse é
um espaço frequentado por um público formador de opinião e jovem. Além
disso, o tema da mobilidade sustentável tem se inserido no meio acadêmico,
com o desenvolvimento de pesquisas.

Belotto defende que as universidades precisam estar na vanguarda do
movimento de transformação que a sociedade deverá adotar. “O que vivemos
hoje é uma cultura do automóvel e, por consequência, ela também acompanha
os técnicos que trabalham na questão do trânsito e políticos”, salienta o
coordenador do Ciclovida. Ele pondera que, se foi a sociedade que criou o
problema, ela também tem condições de resolvê-lo. No entanto, Belotto
admite que se trata de um processo lento, pois a economia precisa girar e a
indústria automobilística exerce uma importante função nesse sentido.

O coordenador do Ciclovida diz que, aos poucos, a humanidade terá que dar
valor a atividades menos poluidoras, que afetem menos a qualidade de vida
no planeta. “O automóvel chegou a um ponto que tem que ter seu uso
repensado, não somos contra as pessoas terem carro, mas que o utilizem com
moderação”, ressalta Belotto. Ele sugere que seja mais bem aproveitado o
espaço dentro do carro, evitando que o veículo transporte apenas uma
pessoa, que distâncias curtas sejam percorridas a pé ou com bicicletas,
assim como a utilização do transporte coletivo.

Sobre o automóvel ainda ser um bem de consumo muito desejável, Belotto não
descarta a possibilidade de isso mudar. Ele recorda que o ex-prefeito de
Curitiba e governador do Paraná Jaime Lerner já declarou que o carro é o
cigarro do futuro. O coordenador do Ciclovida salienta que, há 30 anos,
nunca se imaginaria que se proibiria o fumo dentro de cinemas, ônibus,
restaurantes etc. Para ele, o automóvel acabará “matando” a eficiência do
próprio automóvel, que seria o usuário mover-se com rapidez e não se
estressar com o deslocamento. Essas vantagens estão desaparecendo devido ao
acúmulo de carros nas vias urbanas. Belotto enfatiza também que a indústria
automobilística está preocupada com o comportamento da juventude europeia,
que não pensa que seja tão importante acumular bens e prefere gastar com
cultura e viagens.

Para o coordenador do Ciclovida, o segredo de uma mobilidade adequada é ter
várias opções de transporte (coletivo, bicicletas etc). Ele ainda alerta
que, se a ideia for querer enfrentar os congestionamentos alargando ruas,
isso será como combater a obesidade soltando o cinto. Haverá um conforto
momentâneo, porém a causa do problema não será superada e o “cinto” logo
voltará a apertar. O professor do Laboratório de Sistemas de Transportes
(Lastran) da Ufrgs Fernando Dutra Michel diz que o carro continua sendo um
sonho de consumo da população.

“A grande dificuldade é como o automóvel vai circular”, adverte o
professor. Ele concorda que o ideal é trabalhar no “como” usar o automóvel.
O especialista reforça que é preciso desenvolver uma cultura sobre isso e
acrescenta que os alunos das universidades estão demonstrando preocupação
com a sustentabilidade no setor de transportes. Michel cita a bicicleta
como uma boa alternativa que vem surgindo. Ele afirma que Porto Alegre tem
condições de implementar um conjunto de ciclovias que permita condições de
mobilidade para todos.

A presidente da Oscip TodaVida, a engenheira Ligia Miranda, crê que, se a
sociedade cobrar, é possível expandir as ciclovias, melhorar as calçadas e
utilizar o transporte hidroviário. Ela argumenta que a desaceleração da
indústria automobilística seria compensada com o crescimento dos segmentos
de ônibus, trens, entre outros. “O carro não é o vilão, mas, sim, o mau
uso; é preciso integrar e tornar seguros todos os meios de transportes”,
diz Ligia. Ela defende que sejam dadas opções de vários meios de transporte
coletivo para “caber no bolso de cada um”, atraindo públicos com diferentes
condições financeiras.

Vou de Bike!

20130518_105022Lourdes de Almeida é um grande exemplo para aqueles que dizem ter preguiça de andar de bicicleta. Com 71 anos a catarinense de Joaçaba já pedala há mais de 60, e diz que não pretende parar tão cedo!

Ela começou a pedalar quando ainda morava em Mandaguaçu, no interior do Paraná e carregava a cachorrinha a cesta da bicicleta. “Era proibido mulher andar de bicicleta, mas eu aprendi escondido”, conta. Hoje, morando em Curitiba, ela anda por tudo, não precisa de ônibus e muito menos de carro. “Sou muito cuidadosa, nunca caí e me machuquei”, conta com orgulho.

Lourdes afirma que hoje em dia, com o aumento das ciclovias, está bem mais fácil pedalar nas grades cidades. Sempre que possível ela prefere as vias destinadas às bicicletas, mas não tem problemas em andar na rua. “Só não ando na calçada”, comenta.

 

 

Ciclovida na Comemoração da Rua da Cidadania Matriz

A vice-prefeita de Curitiba, Mirian Gonçalves,  e o presidente da Câmara de Vereadores, Paulo Salamuni, prestigiaram o projeto

Por Paula Bianchi

20130518_094342No último sábado (18) os Curitibanos puderam aproveitar a programação especial realizada na Praça Rui Barbosa em celebração aos 16 anos da Rua da Cidadania Matriz.  Durante o evento, a população pôde obter a carteira de trabalho e orientações sobre temas como educação para o trânsito, saúde, educação ambiental e direitos da mulher. Um bolo comemorativo também foi distribuído dentro da Rua da Cidadania.

O Programa Ciclovida esteve presente para distribuir a sua mais nova publicação: O Manual do Ciclista – Pedalando na Cidade. Além da vice-prefeita Mirian Gonçalves, que foi ao estande e ficou bastante interessada no Programa, o presidente da Câmara de Vereadores, Paulo Salamuni dedicou um tempo especial ao Ciclovida.
Junto com o coordenador José Carlo Belotto, ele conversou sobre políticas públicas relacionadas ao trânsito e à mobilidade sustentável.

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Circuitos de Cicloturismo: Manual de Incentivo e Orientação para os Municípios Brasileiros

http://ciclo.tur.br/arquivos/Manual-Circuitos-Cicloturismo.pdf

Seminário de Sustentabilidade e Mobilidade Urbana

No dia 17 de maio, Porto Alegre (RS), será sede do Seminário de Sustentabilidade e Mobilidade Urbana. O evento acontecerá das 9h às 18h no  Edifício Santa Cruz, Rua dos Andradas, 1234, 8º andar, no centro da capital.

O seminário tem como objetivo abordar a integração entre os diversos tipos de transportes públicos, como o hidroviário, cicloviário, aeromóvel, Trensurb, lotação, andar a pé e ônibus. Também serão discutidas fontes alternativas de combustível menos poluentes além de como as universidades brasileiras estão contribuindo para  melhorar a qualidade de vida nas cidades.

O coordenador do Programa Ciclovida contribuíra com o evento as 15h, no bloco de palestras com o tema “Transportes cicloviários, Hidroviários e Pedestres”.

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Trânsito: Bilhete Único será integrado com o projeto Bike Sampa a partir de hoje 29

Por Uol

A Prefeitura de São Paulo inicia, nesta segunda-feira (6), o projeto piloto de integração do Bilhete Único com o projeto Bike Sampa. Com a novidade, exclusivamente os cadastrados no serviço poderão utilizar o cartão do transporte público para o empréstimo das bicicletas.

24mai2012---o-bike-sampa-foi-lancado-na-cinemateca-na-vila-mariana-zona-sul-de-sao-paulo-1337889047250_300x300O projeto inaugural contempla a implantação de leitores dos cartões de transporte da SPTrans em três estações estratégicas: Parque Trianon, Shopping Eldorado e Shopping Santa Cruz. Assim, o projeto de compartilhamento de bicicletas a integra definitivamente como um meio de transporte na capital paulista. A estação Parque Trianon interliga a bicicleta com corredor de ônibus e metrô; a estação Shopping Eldorado conecta a bicicleta com o trem e ônibus; e a estação Shopping Santa Cruz vincula a bicicleta com o metrô e ônibus.

Cadastrar para usar

Para a primeira etapa da integração, 100 usuários, identificados a partir de levantamento de utilização no banco de dados do Bike Sampa, poderão liberar as magrelas através do Bilhete Único. No entanto, a utilização não ficará restrita. Quem quiser emprestar uma bicicleta deve atualizar seu cadastro junto ao projeto, incluindo o número do bilhete.

As regras para quem liberar as bicicletas com o Bilhete Único serão as que já valem atualmente no Bike Sampa. O veículo pode ser usado por 30 minutos e poderá ser devolvido em qualquer estação do projeto, ainda que esta não possua um validador do cartão.

Durante um mês, serão monitoradas a estação de retirada, data e hora do empréstimo, estação, data e hora da devolução da bicicleta. Esse monitoramento tem como objetivo avaliar os dados estatísticos de utilização.

O projeto

O Bike Sampa foi inaugurado em 24 de maio de 2012 e contabiliza 220 mil viagens realizadas e mais de 140 mil cadastros. Cem estações e 1.000 bikes estão à disposição dos usuários do projeto nos bairros Vila Mariana, Paraíso, Jardim Paulista, Jardim América, Itaim Bibi, Vila Olímpia, Vila Nova Conceição, Jardim Paulistano, Jardim Europa, Chácara Itaim, Campo Belo, Vila Clementino, Cidades Monções, Moema, Jardim Lusitânia, Brooklin Novo, Via Funchal e Jardim Edith.

A partir de junho, mais 100 estações começam a ser instaladas na cidade, todas com leitor do bilhete único, contemplando os bairros Bela Vista, Consolação, Sé, República, Santa Cecília, Higienópolis, Pinheiros, Vila Madalena, Bom Retiro, Luz, Brás e Mooca. Ao todo, mais 1.000 bikes serão disponibilizadas, totalizando 2.000 bicicletas em 200 estações até o final deste ano.

Até 2014, o Bike Sampa disponibilizará 3.000 bikes num total de 300 estações.

O perfil dos usuários e das viagens

  • 70% das viagens semanais são realizadas nos dias úteis
  • Curta duração: 70% das viagens duram até 15 minutos
  • 85% dos usuários utilizam o sistema até 5 vezes por semana
  • 60 % do compartilhamento/uso da Bicicleta por dia ocorre nos horários de pico, entre 7h e 10h e 17h e 20h
  • A maior parte dos compartilhamentos de bicicletas são feitas em pontos próximos a estações de Metrô, deixando clara a intermodalidade
  • 45% dos ciclistas do Bike Sampa são usuários do transporte coletivo da cidade de São Paulo

O Programa Ciclovida e
a Invasão das Bicicletas


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