Arquivo do mês: dezembro 2013

Bicicletas Elétricas estão regulares!

(Por G1)

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou nesta sexta-feira (13), no Diário Oficial, uma resolução que altera as regras em relação ao uso de bicicletas elétricas, equiparando-as a bicicletas comuns.

As “e-bikes” sem acelerador deixam de ser equiparadas com ciclomotores. Agora elas podem rodar em ciclovias e ciclofaixas e dispensam o emplacamento.

Além disso, o usuário também não precisa mais utilizar o capacete de motociclista, e sim o de ciclista, nem possuir a “Autorização para Conduzir Ciclomotor” (ACC) ou a carteira de habilitação na categoria “A” (motocicletas) e nem pagar o seguro obrigatório (DPVAT).

Com acelerador, não
As normas publicadas nesta sexta pelo Contran valem somente para os modelos que utilizam energia elétrica como assistente aos pedais, os chamados “pedelecs”, e não os que possuem acelerador.

Para circular em vias públicas, essa bicicleta elétrica tem que ter potência máxima de 350 Watts, alcançar velocidade máxima de 25 km/h e não dispor de acelerador. Os modelos também devem estar dotados de indicador de velocidade, campainha, sinalização noturna dianteira, traseira e lateral, espelhos retrovisores, além de pneus “em condição mínima de segurança”.

Para as bicicletas elétricas com acelerador, a equiparação com ciclomotor continua.

A resolução é válida tanto para as bicicletas que saírem de fábrica com motor elétrico, como para as que tiverem o dipositivo instalado posteriormente, e entrou em vigor a partir de sua publicação.

Captura de Tela 2013-12-16 às 14.27.24

Monografia: CicloLazer em Curitiba

Confira: Monografia Rodrigo

Poster Monografia

Brasília continua a ser uma cidade para o carro, conclui artigo

Por Mobilize

Ensaio de Uirá Lourenço, na seção Estudos, mostra como as ações do governo na capital federal vão gerar mais “imobilidade” ao privilegiar o transporte individual

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O Mobilize publica hoje (10) artigo do ciclista Uirá Lourenço, de Brasília, que avaliou os projetos e obras de mobilidade na capital federal, e constatou que as ações do governo trazem contradições, a maior delas advinda do fato de que o governo insiste em priorizar o carro, e não modos sustentáveis de deslocamento.

 

Para mostrar as dificuldades vivenciadas no dia a dia por pedestres, ciclistas e usuários do transporte público na capital do país, o trabalho de Uirá vem acompanhado de ampla documentação fotográfica sobre problemas como ciclovias sem continuidade, calçadas esburacadas ou tomadas por carros, entre outros.

 

Exemplo da política de governo que Uirá considera equivocada é a proposta de um megaestacionamento subterrâneo na Esplanada dos Ministérios, com capacidade para 10 mil carros. A lógica, diz ele, é garantir vaga a quem opta pelo transporte individual motorizado. Enquanto isso, diz o texto, as vagas para bicicletas são escassas e o transporte coletivo é de péssima qualidade, sem os investimentos necessários. Além disso, a cultura do carro, que molda a conduta do brasiliense, faz com que haja na cidade inúmeros estacionamentos informais e irregulares, avançando sobre o espaço público.

 

É fato, aponta o autor, que há ações positivas, como o plano da cidade para construção da maior malha cicloviária do país até 2014 (600 km). Mas, ainda aí, o que se observa são problemas já na obra, pois, afirma Uirá com base na experiência pessoal nesses locais, “a qualidade da infraestrutura é péssima e falta uma política integrada de mobilidade urbana”.

 

Quanto às obras de mobilidade, inclusive as da Copa de 2014, o objetivo de boa parte dos projetos é, mais uma vez, criar soluções para o transporte individual. Além da abertura de espaço nas vias e nos estacionamentos, o investimento é voltado à construção de túneis e viadutos. Um desses empreendimentos, a EPTG – Estrada Parque Taguatinga, que custou mais de R$ 300 milhões e foi indevidamente chamada de Linha Verde  – pois resultou num caminho cinza , com cinco pistas em cada sentido, sendo a faixa de ônibus e o acostamento invadidos pelos carros. Essa obra de ampliação viária logo deve se tornar saturada, deduz o artigo. Já a ciclovia prometida jamais saiu do papel, tampouco os pedestres contam com calçada; e o corredor de ônibus não opera como deveria, em razão de os ônibus não estarem adaptados com portas do lado esquerdo.

 

Confira o artigo (I)mobilidade e contradições de Brasília

Conheça bicicletas inteligentes que prometem facilitar a vida dos ciclistas

Por Hypeness

É um fato que as preocupações com a poluição produzida pelo excesso de carros estão aumentando. E talvez o passo seguinte seja facilitar a vida dos ciclistas e incentivar as pessoas a usar a bike como meio de transporte preferencial. Por isso são importantes projetos como o da Roda de Copenhague e o da FlyKy. Está na hora de conhecê-los.

Um dos argumentos utilizados contra o uso da bicicleta pra ir, por exemplo, para o trabalho (e com razão) é que, muitas vezes, o caminho obriga a esforços. E esforços acabam em suor. E chegar pingando ao trabalho não só não é a coisa mais profissional que se pode fazer, como é bem desconfortável.

A Copenhaguen Wheel, ou Roda de Copenhague, é um equipamento que transforma qualquer bicicleta numa bicicleta inteligente. Ela é basicamente uma roda traseira que aproveita a energia que vai acumulando nas descidas ou nas freadas pra acionar um motor quando for necessário aquele empurrão. É como se ela aprendesse como você pedala e o ajudasse sempre que preciso.

Pra melhorar, ela funciona com um aplicativo para smartphone que permite ter estatísticas do passeio, monitorar o seu desempenho ou mostrar as condições climáticas ou de tráfego na cidade. Dá uma olhada no vídeo e nas fotos:

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Na pegada da anterior, a FlyKly é uma caixa acoplada na roda traseira que se adapta a todos os quadros de bicicleta. O receptor capta energia no momento em que você começa a pedalar, pra depois a usar e otimizar conforme as necessidades. O motor pode ajudar o ciclista a chegar a 25 km/h, caso o tempo também seja um problema.

Com conexão via bluetooth 4.0 com iOS/Android/Pebble, o aparelho pode ser montado em rodas com 26″ ou 29″ e ainda tem o diferencial da segurança: a trava remota é um sistema que permite travar remotamente, como o nome indica, as rodas e impedir que ela saia do lugar em caso de roubo.

Abaixo as fotos da FlyKly.

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Fotos: Circuito das Nascentes

Esta galeria contém 8 fotos.

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O Programa Ciclovida e
a Invasão das Bicicletas


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