Arquivo do mês: janeiro 2014

Relatório Desafio Intermodal 2013

Relatório Desafio Intermodal 2013

Curitiba irá sediar o Fórum Mundial da Bicicleta

Por Revista Bicicleta

Terceira edição do evento, que deve mobilizar todo o mundo, acontece em fevereiro na cidade

12121De acordo com a Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), o Brasil é o quinto maior mercado mundial de bicicletas. No entanto o país possui apenas 600 quilômetros de ciclovias. Este número é pequeno se comparado à frota nacional que é hoje de 50 milhões de bicicletas. Cerca de metade delas são usadas em substituição a veículos poluidores – ou seja, são pessoas que vão ao trabalho, à escola, faculdade, igreja pedalando.Nos últimos anos houve um incremento, pouco significativo, no uso da bicicleta para lazer.  Em busca de atenção para estas e outras questões, há vários anos ciclistas se reúnem em diversas partes do país para realizar bicicletadas. Como em 2011, em Porto Alegre, quando um grupo de ciclistas foi atropelado por um carro, durante uma pedalada conjunta.

Em 2012, aconteceu a primeira edição do Fórum na mesma cidade onde houve o acidente. A data escolhida, 25 de fevereiro, marcou o atropelamento coletivo. A segunda edição em 2013, organizada na mesma cidade, atraiu mais de sete mil pessoas de todo mundo. E também serviu de estímulo à discussão de novas formas de garantir mais estrutura para os ciclistas e mais segurança no trânsito para a população em geral.

De 13 a 16 de fevereiro de 2014 será realizado o Terceiro Fórum Mundial da Bicicleta (FMB), desta vez em Curitiba – PR. Além de debates com especialistas nacionais e internacionais de diversas áreas como urbanismo, saúde, educação, arte e turismo, o FMB vai oferecer oficinas; painéis, mesas-redondas, sessões de cinema, passeios ciclísticos, festas de rua, feira, reuniões, escolas de bicicleta, mobilizando pessoas de diversos lugares.

Esta edição traz o conceito “A Cidade em Equilíbrio” e busca resgatar ideias de planejamento urbano voltadas para as pessoas e espaços de convivência, apontando soluções para harmonizar pedestres, ciclistas, motoristas e demais atores do trânsito. Será um evento de pessoas e para pessoas. O objetivo é criar um espaço de discussão e de reflexão para toda a sociedade sobre a maneira como pensamos o trânsito, o planejamento de nossas cidades e o modo de vida que estamos construindo.

Um evento para todos

O FMB é um evento financiado colaborativamente (crowdfunding). Apenas a arrecadação via Catarse obteve R$ 38.560,00 doados por 513 apoiadores de todo o Brasil. A participação no Fórum será gratuita e todo o evento está sendo organizado de forma horizontal e voluntária.

Existem outras formas de colaborar com o Fórum. Interessados podem propor atividades, oferecer seu trabalho voluntário ou fazer uma doação até o dia 24 de janeiro, no site forummundialdabici.org

O formato das atividades é livre, pode ser uma palestra, oficina, vivência ou qualquer outra proposta. Não existe também uma categoria definida de possíveis temas. As atividades devem apenas ter afinidade com a proposta do Fórum, abordando assuntos como planejamento urbano, cicloativismo, transporte, lazer, esporte, convivência urbana, acessibilidade, entre outros assuntos afins. O Fórum irá disponibilizar a infraestrutura básica para realização das atividades, que por sua vez serão gratuitas.

http://forummundialdabici.org/

PALESTRANTES INTERNACIONAIS CONFIRMADOS

Elly Blue (Portland, Usa)

Elly Blue é ativista da bicicleta, editora e autora de livros sobre a temática. Vive em Portland, Oregon, USA. Seu livro Bikenomics: How Bicycling Can Save the Economy foi lançado em dezembro de 2012. Ela é ativa no movimento feminista da bicicleta e mantém um blog e um zine chamados ‘Taking the Lane’. Seu trabalho já apareceu na Grist, Bicycling, Momentum, Bitch e outros lugares.

Para conhecer mais sobre seu trabalho:

Website: http://takingthelane.com
Twitter: http://twitter.com/ellyblue
Facebook: http://facebook.com/ellybluepublishing

Mona Caron (San Francisco, Usa)

Mona nasceu na Suiça, mas vive e trabalha principalmente em São Francisco (USA), como ilustradora desde 1996 e como muralista desde 1998. Seu trabalho baseia-se principalmente em noções de ‘site-specific’ e murais inspirados nas comunidades.

Muito do seu trabalho lida com história social e possibilidade utópicas, crônicas da vida das ruas no passado, presente e futuro imaginário. Outro aspecto de seu trabalho de arte urbana nos espaços públicos, representa pinturas botânicas em grande escala de ervas espontânes da flora urbana, em geral, ervas daninhas.

Mona também colabora ocasionalmente com ativistas e comunidades
criando arte e imagens para ações políticas, sociais e ambientais. Ela continua ilustrando livros, cartazes de eventos, editoriais e realiza gravuras em várias técnicas.

Contato: mona@monacaron.com

Para conhecer mais sobre trabalho:

http://www.monacaron.com/

https://www.facebook.com/mona.caron.artist

Lars Gemzøe (Copenhagen, Dn)
Senior Consultant, Architect Maa

Lars tem mais de 30 anos de experiência ensinando e praticando arquitetura em diversos lugares do mundo. É uma autoridade reconhecida internacionalmente em qualidade de vida do espaço público, palestrando regularmente sobre este tema em universidades e seminários. Recentemente tem desenvolvido consultorias na Austrália, USA, Canada, China, Índia, Jordânia, bem como em diversas cidades escandinavas.  Lars tem participado como membro do júri de grandes projetos que envolvem o espaço público na Dinamarca. Além de tudo isto, Lars representa o escritório de arquitetura GEHL junto a Cycling Embassy of Denmark. É autor, junto com Jan Gehl, do livro New City Spaces, Strategies and Projects.

Contato: Lars@gehlarchitects.com

Olga l. Sarmiento (Bogotá, Colômbia)

Olga L. Sarmiento é Professora Associada do Departamento de SaúdePública da Faculdade de Medicina da Universidad de los Andes (Bogotá, Colômbia), com mestrado e doutorado em saúde pública pela Universidade da Carolina do Norte, EUA.

Atualmente, ela é diretora do Grupo de Epidemiologia da Universidade de los Andes e membro da diretoria da Sociedade Internacional de Atividade Física e Saúde e do conselho da Advocacia Global para a Atividade Física (GAPA).Em 2011 ela recebeu a Distinção de Honra do Instituto Nacional de Esportes na Colômbia (Coldeportes Nacional) pelo trabalho acadêmico para a promoção de comportamentos saudáveis na Colômbia.

Os seus interesses de pesquisa atuais são atividade física e ambiente construído na América Latina, incluindo a promoção da bicicleta para transporte e lazer. Atualmente, Olga está trabalhando na avaliação do Programa Recreovia, programa voltado à promoção da atividade física em ambientes comunitários; das Ciclovias Recreativas das Américas e no Estudo Internacional de Obesidade Infantil, Estilo de vida e Ambiente. Seus trabalhos foram publicados em revistas de prestígio, incluindo a Lancet, The American Journal of Public Health e Social Science and Medicine.

Para conhecer mais sobre seu trabalho:

http://uniandes.academia.edu/OlgaSarmiento

Carlos Marroquin (San Andrés Itzapa, Guatemala) 

Carlos Marroquín tem apoiado o desenvolvimento rural sustentável promovendo a aplicação de tecnologia apropriada por quase 20 anos. Ele desenvolveu este trabalho através da construção de bicimáquinas (máquinas de bicicleta), primeiramente na Maya Pedal, e posteriormente em uma organização fundada por ele mesmo, a Bicitec. As bicimáquinas são consideradas pelos moradores da região como um dispositivo de economia de trabalho e fonte de rendimento empresarial.

Como plano de longo prazo, Carlos Marroquin pretende implementar uma escola internacional de tecnologia apropriada, que irá abrigar uma instituição de ensino de tecnologia da bicicleta, e ser um centro de construção da comunidade, além de um espaço para o compartilhamento de conhecimentos tradicionais da cultura maia.

Para saber mais sobre seu trabalho:
http://rjmel.scripts.mit.edu/bicitec/sample-page/

Carlos Cadena Gaitán (Maastricht, Holanda)

Carlos é colombiano pós doutorando da Universidade das Nações Unidas (Holanda). Lá seus estudos centram-se sobre as políticas determinantes no transporte sustentável nas cidades da América Latina. Em seu tempo livre, gosta de escrever, sendo um colunista do “El Mundo”, “Las 2 Orillas” e “Buena Nota”. Ele está convencido do poder transformador da bicicleta como uma ferramenta de revolução urbana.

Também é fundador da “La Ciudad Verde”, um laboratório que promove as cidades e regiões mais sustentáveis. Integram pessoas e organizações que trabalham para o desenvolvimento sustentável em suas comunidades, para compartilhar recursos estratégicos, redes, e apoiar uma voz nacional forte. Através desta instituição, surgiram importantes iniciativas do ativismo urbano na Colômbia. Uma destas é a “Bicis por la vida” que ganhou o prêmio “Cycling Visionaries” concedido pelo Velo City ocorrido em Viena neste

Contato: carloscadenagaitan@gmail.com

Para saber mais sobre seu trabalho:
 http://www.merit.unu.edu/about/profile.php?id=1285

Twitter: http://twitter.com/CadenaGaitan
Facebook: http://facebook.com/cacadena

Chris Carlsson (San Francisco, Usa)

Ativista norte-americano do espaço urbano, o fundador da Critical Mass (Massa Crítica), em 1992, Chris Carlsson, já tem seu movimento espalhado por mais de 300 cidades no mundo, inclusive em Porto Alegre. Autor de seis livros, Chris é um historiador da contracultura nos Estados Unidos, especialmente de São Francisco. Ele não milita apenas na causa da bicicleta: projetos de jardinagem comunitária, de ocupação do espaço público e de comunicação horizontal fazem parte do seu escopo de pensamento e ativismo. Um de seus livros, Nowtopia (“Utopia do agora”), fala das pessoas que estão ajudando a fazer uma nova política do trabalho no mundo: ciclistas, cientistas de permacultura, jardineiros urbanos, pessoas interessadas em combustíveis sustentáveis, programadores piratas, todas essas pessoas vão além da lógica do mercado e estão mudando, desde já, o mundo, ao levar uma nova forma de pensar, mais artística, para seus projetos.

Contato: carlsson.chris@gmail.com
Para saber mais sobre seu trabalho:
www.chriscarlsson.com
www.sfcriticalmass.org

ALGUNS CONTATOS BRASILEIROS QUE JÁ CONFIRMARAM PRESENÇA:

Zé Lobo  (Transporte Ativo – Rio De Janeiro)

Formado em Design, desde 1989 defende e divulga o uso da bicicleta na cidade e fora dela. Fez , em 1995, a pesquisa para a publicação da Secretaria de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, o ABC do Ciclista, manual educativo para o ciclista urbano. Participou do Grupo de Trabalho para Ciclovias da Prefeitura do Rio de Janeiro e de seminários internacionais sobre o tema. É um dos fundadores da ONG Transporte Ativo, voltada para qualidade de vida através da utilização de meios de transporte à propulsão humana nos sistemas de trânsito.

Contato: zelobo@ta.org.br

Para saber mais sobre seu trabalho: www.ta.org.br

Thiago Benicchio  (Ciclocidade – São Paulo)

Thiago Benicchio é jornalista, pesquisador de mobilidade urbana e usuário da bicicleta desde 2004. É diretor da Ciclocidade, Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo, uma associação sem fins lucrativos, que tem como missão contribuir para a construção de uma cidade mais sustentável, baseada na igualdade de acesso a direitos, promovendo a mobilidade e o uso da bicicleta como instrumento de transformação.

Contato: thiago.benicchio@ciclocidade.org.br

Para saber mais sobre seu trabalho: www.ciclocidade.org.br

André Geraldo Soares  – (Viaciclo – SC / UCB – Brasil)

Sociólogo e educador,  André Geraldo Soares é Diretor Administrativo da ViaCiclo – Associação dos Ciclousuários da Grande Florianópolis e Secretário Executivo da UCB – União de Ciclistas do Brasil. A União de Ciclistas do Brasil – UCB, é uma associação de direito privado sem fins econômicos, que em parceria com organizações locais, realiza atividades sociais promovendo o uso da bicicleta como meio de transporte, lazer e esporte, nas regiões urbanas e rurais. A UCB atua em todo o território nacional.

Contato: sgaags@yahoo.com.br

Para saber mais sobre seu trabalho: www.viaciclo.org.br

www.uniaodeciclistas.org.br

ONDE ACONTECERÁ O FÓRUM

(Em breve anunciaremos a programação completa)

Reitoria da Universidade Federal do Paraná – Rua XV de Novembro, 1299

Os principais eventos ocorrerão no Teatro da Reitoria. Algumas das atividades propostas acontecerão em salas localizadas na Reitoria. Feira e exposição de fotos também serão neste local.

Museu Oscar Niemeyer – Rua Marechal Hermes, 999

Um dos paineis principais será realizado aqui no “Museu do Olho”

Paço da Liberdade – Praça Generoso Marques, 180

Algumas das atividades acontecerão neste espaço.

Bicicletaria Cultural – Rua Presidente Faria, 226 – Subsolo

Algumas das atividades acontecerão neste espaço.

Cinemateca – Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174

Mostra de filmes independentes ligados à temática.

Estrada da Graciosa – A viagem pela Estrada da Graciosa terá um percurso aproximado de 80 km, saindo de Curitiba com destino a Morretes. A saída, do centro da cidade de Curitiba (em local a ser definido), ocorrerá às 7 horas da manhã do dia 17 de Fevereiro (segunda feira), com duração prevista entre 4 a 6 horas.

O trajeto exige preparo físico moderado, com algumas subidas mais íngremes que são desafios consideráveis. Já na descida da Estrada da Graciosa, um extenso trecho de aproximadamente 14 km com paralelepípedos exige atenção dos ciclistas e bicicletas em bom estado de manutenção, especialmente os freios. Os ciclistas irão parar em Morretes.
O retorno será feito de trem, pela histórica Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, com saída prevista para as 15 horas. A viagem tem duração aproximada de 3 horas, com chegada prevista em Curitiba às 18 horas.

Para saber mais lançamentos do mundo da bicicleta curta nossa página no Facebook ou siga-nos no Twitter.

3º Fórum Mundial da Bicicleta / 2014 – Curitiba

De 13 a 16 de fevereiro de 2014
Inscreva-se:
forummundialdabici.org

3º Fórum Mundial da Bicicleta from valentinna on Vimeo.

Chega de nhém nhém nhém | Bike é Legal

Por ESPN

 

Resumo o que sinto ao ver esse vídeo, sobre a Metamoforse de Nova Iorque, produzido pela Street Films com uma frase popular:

“Água morro abaixo, fogo morro acima, mulher quando quer dar ninguém segura”.

Além de eu concordar com o livre direito do ser humano se relacionar com quem bem entender, de acordo com sua moral e ética, evoco a necessária firmeza e decisão, quanto as políticas públicas para mudar uma cidade.

Historicamente é sempre o prefeito, empurrado pela população, que muda a cidade, o poder executivo obediente ao bem estar de todos. É a tal da vontade política.

Veja aqui uma entrevista com Enrique Peñalosa que mudou a cara de Bogotá.

Então fica o recado, se um prefeito quer mudar a sua cidade ele consegue, basta querer.

O resto é nhém nhém nhém.

Debate Aberto: Mobilidade Urbana e Plano Diretor de Curitiba

MOB JAN-01

França pretende pagar para quem for trabalhar de bicicleta

Por El Pais

Em troca de subsídios dados às empresas, trabalhadores receberiam 21 centavos de euro por quilômetro percorrido

O Governo gastará 20 milhões de euros com a medida e espera poupar 5,6 bilhões de euros na área da saúde

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O objetivo: incentivar o uso da bicicleta. Com esta ideia em mente, alguns países realizaram diversas propostas, desde baixar os impostos que taxam as bikes até elaborar um Plano Nacional da Bicicleta. A França propõe algo a mais: subsidiar os trabalhadores que pedalarem até seu local de trabalho. Com uma cifra de 21 centavos de euro por quilômetro percorrido, Thierry Mariani, atual ministro do Transporte, retoma uma ideia proposta por seu antecessor. As empresas realizariam o abono, em troca de isenções fiscais. O Governo gastará 20 milhões de euros com a medida e espera poupar 5,6 bilhões de euros na área da saúde.

A aposta da França nas bicicletas é séria. Depois de aprovar um ambicioso Plano Nacional da Bicicleta, que permite que os ciclistas circulem na contramão em algumas vias ou interpretem alguns semáforos vermelhos como amarelo, Paris segue seu esforço para promover as duas rodas. Agora, além de poupar em combustível, melhorar seu estado de saúde e favorecer um ambiente urbano mais limpo, os franceses que pedalam para o trabalho receberão um plus econômico.

Esta ideia não é nova. Mas agora, com as pinceladas que o ministro do transporte deu sobre a medida, parece avançar um passo mais. Embora os ciclistas estejam encantados com a proposta, ela recebeu críticas dos ativistas porque não será uma subvenção obrigatória para todas as empresas. O Governo oferecerá bonificações fiscais para assegurar a adesão da maioria das companhias, mas conta com um orçamento limitado de 20 milhões de euros. A subvenção estará dentro de um programa integral que busca melhorar a circulação dos ciclistas nas cidades, financiando a construção de estacionamentos de bicicletas em zonas estratégicas ou aumentando a segurança para evitar roubos.

Em outros países da Europa, como Espanha, ainda há poucas medidas para fomentar o uso da bicicleta. Um plano espanhol aprovado em outubro oferecia ajuda de 200 euros para a compra de  bicicletas elétricas. O deputado Odón Elorza (PSOE) apresentou uma proposta para impulsionar o uso da bicicleta. Entre as medidas, pedia uma liquidação do IVA (imposto sobre o valor da mercadoria) que taxa as bicicletas, que o abaixaria de 21% a 10%. Outra das propostas era a elaboração de um Plano Nacional da Bicicleta semelhante aos lançados na França, Grã-Bretanha ou Alemanha. Além disso, propunha a constituição do Conselho Estatal da Bicicleta, uma entidade que reuniria os diferentes ministérios implicados em mobilidade, entidades, associações e empresas do setor para permitir o dialogo sobre o ciclismo. “Em mobilidade ainda há muito o que se fazer”, comentava Elorza, depois de apresentar sua proposta.

O Programa Ciclovida e
a Invasão das Bicicletas


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