Arquivo do mês: março 2014

TCC: CICLOMOBILIDADE NA UFPR / SEPT: DIVULGAÇÃO DO PROGRAMA CICLOVIDA NO SEPT

Confira mais um TCC inspirado pelo Programa Ciclovida!

TCC PROGRAMA CICLOVIDA NO SEPT

Ciclovida participa da preparação do programa de incentivo à bicicleta no Paraná

Por Governo do Estado do Paraná

Governo e cicloativistas preparam programa de incentivo à bicicleta

O Paraná terá, no máximo em seis meses, todas as propostas para incentivar ao uso da bicicleta em seus 399 municípios. Nesta quarta-feira (12), o governo, as universidades e o movimento cicloativista do estado criaram um grupo técnico interinstitucional que irá coordenar a execução do Programa Paranaense de Mobilidade Não Motorizada por Bicicleta – o Ciclo Paraná.

A resolução 011/2014, que institui o grupo e dá o prazo de 180 dias para apresentar as ações do programa, foi assinada pelo secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida, e contou com a presença de técnicos, especialistas em mobilidade e ciclistas. A primeira reunião do grupo será realizada no dia 13 de março e, a partir daí, acontecerão toda a semana. Os três eixos de trabalho serão: cicloturismo, ciclocidadania e cicloestrutura.

De acordo com o secretário Cheida, o Paraná, pela primeira vez em sua história, começa a desenvolver uma política pública transversal e democrática de incentivo ao uso da bicicleta. “Muitas entidades e órgãos de governo já possuem ações isoladas em suas áreas de atuação. Queremos somar esforços e contar com o apoio técnico de pessoas e especialistas que possuem experiência neste tema e levá-lo para todo o estado”, declarou Cheida. “Cidades grandes, as que estão em crescimento e as de pequeno porte terão a oportunidade de estimular uma cultura que agrega qualidade de vida, reduz o trânsito, permite o planejamento urbano para o futuro, evita a poluição e contribui para a saúde”, declarou.

INTEGRAÇÃO – A Política Nacional de Mobilidade Urbana estabelece como diretriz a prioridade dos modos de transporte não motorizados sobre os motorizados. Além disso, exige que os planos de mobilidade urbana dos estados e municípios contemplem a integração dos modais de transporte público com os não motorizados.

O presidente da Federação Paranaense de Ciclismo, Adir Romeo, disse que é uma necessidade a integração dos procedimentos relativos à mobilidade urbana sustentável no Paraná, de acordo com a política nacional de mobilidade urbana. “O momento é um marco e teremos como meta agora organizar e traçar as ações para o estado, tendo como base iniciativas já existentes”, informou Adir.

Para o coordenador do programa Ciclovida da Universidade Federal do Paraná e um dos organizadores do Fórum Mundial da Bicicleta, José Carlos Belotto, este é o primeiro reconhecimento de um governo estadual de que a bicicleta deve ser fomentada como uma política pública. “O apoio que conquistamos hoje é inédito e com o encontro de especialistas, o Paraná passa a ter condições de criar um programa consistente e que disseminará a cultura da bicicleta “, afirmou Belotto.

“O Programa poderá ser levado para diversas regiões do estado por meio das universidades e incluir o uso da bicicleta em trabalhos de pesquisa científica”, afirmou a coordenadora de Ciência e Tecnologia da Secretaria Estadual da Ciência e Tecnologia e Ensino Superior, Sueli Edi Rufino.

Integram o Grupo Técnico Interinstitucional do Ciclo Paraná as secretarias estaduais do Desenvolvimento Urbano; da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Infraestrutura e Logística; Educação; Esporte e Turismo, universidades estaduais, Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), DETRAN, Sanepar, Secretaria Estadual do Esporte e Turismo, CELEPAR, Polícia Militar do Paraná, Federação Paranaense de Ciclismo, Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu (Cicloiguaçu), Programa Ciclo Vida e Universidade Federal do Paraná.

Participaram do encontro o diretor da Cicloiguaçu, Vinicius Brand, o representante da Universidade Estadual do Centrooeste (Unicentro), Vitor Hugo Zanetti, o professor da Universidade Tecnológica do Paraná (UTFPR) e ativista da bicicleta, Nestor Cortez Saavedra Filho; Altamir Brum, da Celepar.

Saiba mais: www.facebook.com/SEMAPR

 

Pesquisa descobre que ciclovias geram empregos

Por TheCityFixBrasil 

(Foto: Insider Monkey/Flickr)

Para muitos comerciantes, vagas para carros são garantia de clientela e lucro no final do mês, enquanto a substituição destes espaços por ruas para pessoas gera impasses e contrariedade. Estudos demonstram que o pensamento pode ser equivocado, como em Nova York, que viu o lucro aumentar cerca de 50% após a implantação de ciclovias.

Mas, pela primeira vez, um estudo analisou a relação entre os diferentes projetos viários e a criação de novas posições no mercado de trabalho. A pesquisa foi conduzida pela Universidade de Massachussetts, nos Estados Unidos, e concluiu que criar novas ciclovias gera mais empregos do que investir em qualquer outro tipo de estrutura viária nas cidades.

Os pesquisadores Instituto de Pesquisa em Economia Política (PERI) da universidade compararam 58 projetos em 11 cidades americanas. A descoberta foi que o maior índice de novos empregos está nas regiões onde ciclovias foram construídas: em média, foram gerados 6 empregos diretos por milhão gasto na obra, mais 2,4 empregos indiretos e 3 induzidos, somando 11,4 novas colocações no mercado de trabalho.

Em contrapartida, as regiões cuja infraestrutura é exclusiva para veículos automotores foram as que menos geraram empregos por dólar gasto: 4 diretos, 1,8 indiretos e 1,8 induzidos, um total 7,8 novas colocações, índice 46% inferior se comparado à região com malha cicloviária. Já nas áreas mistas para pedestres e ciclistas o total de empregos gerados por milhão gasto é de 9,9.

A pesquisa sugere que a razão para a diferença de empregos gerados se dá em razão de uma cadeia: esses projetos são mais complexos, requerem mais profissionais e materiais. “Não é nenhum segredo que o investimento em infraestrutura de transporte gera empregos e ajuda a economia”, afirma o diretor da América Bikes ao release oficial do estudo. “Este estudo demonstra bicicleta e projetos de pedestres não são exceção – na verdade, eles são especialmente eficientes na criação de empregos”.

Acesse o estudo completo: Pedestrian and Bike Infraestructure: A National Study of Employment Impacts

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Estudo: Quando as Bicicletas Invadem as Cidades: Encontros e Aprendizados

Quando as Bicicletadas invadem as cidades-encontros e aprendizados

Em parceria com a Cicloiguaçu, Ciclovida organiza a Feira da Bici durante o Terceiro Forum Mundial da Bicicleta

Esta galeria contém 10 fotos.

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O Programa Ciclovida e
a Invasão das Bicicletas


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