Arquivo do mês: julho 2015

Projeto de ciclovia entre Antonina e Morretes é apresentado a participantes da Oficina Uso da Bicicleta do 25º Festival de Inverno

Participantes da Oficina “Proposta para Melhoria do Uso da Bicicleta pela Comunidade Escolar em Antonina”, do 25º Festival de Inverno da UFPR,estiveram na quarta-feira (15) no Terminal Barão do Teffé, em Antonina, para conhecer o projeto de ciclovia entre Antonina e Morretes, proposto pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina/ Terminal Ponta do Félix.

O projeto prevê uma extensão de 84 quilômetros de ciclovia, sendo 58,8 quilômetros passando por Morretes e outros 24,2 quilômetros por Antonina.

O trajeto beneficiado pela obra parte de dois pontos: a Estrada da Marta, em Morretes, e a BR-277, passando por Antonina (Avenida Tiago Peixoto e Avenida Conde Matarazzo) e Morretes. Na cidade de Morretes, a ciclovia passaria por mais de 30 pontos turísticos. A estrutura prevê módulos e pontos de refúgio com paraciclos, bebedouro e tomada. “Todo o projeto urbanístico e arquitetônico foi desenvolvido, evitando áreas de manobras de caminhões e entrada e saída de ônibus e veículos de grande porte”, explicou o diretor comercial do Terminal Ponta do Félix, Cícero Simião.

Para José Carlos Belotto, ministrante da Oficina e coordenador do programa Ciclovida, a ideia de uma ciclovia no trecho em questão é muito bem vinda, na medida em que é uma necessidade antiga não apenas dos praticantes de ciclismo, mas principalmente dos moradores da região, que usam a bicicleta como meio de transporte.Diagnóstico sobre o uso da bicicleta em seis colégios da rede pública de ensino do município, feito pelos participantes da Oficina na 24ª edição do Festival apontou que 15% das crianças de Antonina usam a bicicleta como meio de transporte até a escola, enquanto que a média nacional é de 3%

Belotto, que é também vice-presidente da Federação Paranaense de Ciclismo e integrante da União dos Ciclistas do Brasil, acredita que uma ciclovia na região vem ao encontro também da segurança das pessoas que pedalam na BR-277, em Morretes e em Antonina. Mais do que isso: uma ciclovia com estrutura pode ajudar no desenvolvimento de toda a região, com mais estímulo ao cicloturismo, o fomento ao comércio, aos restaurantes locais que já percebem a necessidade de atender aos ciclistas.

Aprimoramento do Projeto

David Couto, morador de Antonina e participante da oficina,Mestre em Sociologia com a dissertação sobre cicloativismo, ponderou que o projeto apresentado pela Appa precisa se preocupar também com a necessidade de as questões econômicas e a cultura ciclística se aproximem. Nesse sentido, defende que a ciclovia tem que ser integradora da cultura da bicicleta: é preciso ter cuidado para que o uso da bicicleta pelos moradores mais simples não reforce o estigma da bicicleta como “transporte de pobre”.

O vice-coordenador do departamento de Design da UFPR e também integrante no programa Ciclovida, Ken Fonseca, ponderou que o projeto dessa ciclovia torna palpável a discussão da mobilidade com o uso da bicicleta no Litoral. Na sua visão, essa discussão propicia a contribuições de especialistas, ciclistas e da iniciativa privada, que poderá investir na execução da obra. Especialistas da UFPR – pesquisadores do Núcleo Interdisciplinar de Mobilidade, das áreas da Psicologia do Trânsito, Design, Políticas Públicas, entre outros – poderiam contribuir para aprimorar o projeto da obra, orçada por alto em R$ 30 milhões.

Apae recebe alimentos arrecadados pelo Ciclovida

Apae-doação

Mais de 100 kg de alimentos não perecíveis, arrecadados durante a Etapa de Cicloturismo Especial do 25º Festival de Inverno da UFPR, foram entregues à Apae de Antonina na manhã desta quinta-feira (16). As doações eram uma contrapartida para a participação na pedalada, que ocorreu no último domingo (12), entre Curitiba e Antonina, e integram o projeto Ciclovida da UFPR.

De acordo com a pró-reitora de Extensão e Cultura, Deise Cristina de Lima Picanço, a ação, que ocorreu pelo segundo ano consecutivo, traz uma importante ajuda à Apae e mostra o envolvimento da universidade nas questões sociais.

“Embora seja uma insituição parceira dos governos estadual e municipal, a Apae precisa do apoio da comunidade para sobreviver e cuidar melhor dos alunos, principalmente em um momento de crise econômica. Essa doação é uma grande ajuda para os trabalhos da escola, que contribui para a saúde e para o bom aprendizado dos alunos”.

Uma das diretoras da Apae, Sueli Nascimento, comemorou a chegada dos alimentos. “Estamos em um momento difícil, em que a merenda que veio para os alunos não é suficiente. Essa doação é uma grande ajuda para o desenvolvimento das atividades”, disse.

Por Marcos Martins

Publicado originalmente em: http://www.ufpr.br/portalufpr/blog/noticias/apae-recebe-alimentos-arrecadados-pelo-ciclovida/

Cicloturismo do Festival reúne mais de 40 ciclistas que enfrentaram quase 90 km até Antonina

AVISO SOBRE A PEDALADA P/ ANTONINA

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Foto: Danel Castellano

Como a previsão é de chuva para o final de semana, a pedalada de cicloturismo até Antonina permanece em estado de alerta. Caso a previsão venha a se confirmar e chova no domingo (12), a pedalada NÃO OCORRERÁ.
Para mais informações, conversar com o coordenador e responsável, José Carlos Belotto: Tel 041 99264096

Análise da ciclovia (Asa Norte) e propostas de melhorias para a mobilidade por bicicleta no DF

Estudo sobre as ciclovias em Brasília, com foco na ciclovia W4/W5 Norte (DF), incluindo textos críticos, fotos, compilação de leis e artigos sobre mobilidade urbana sustentável

Autor: Uirá Lourenço / Mobilize
Assunto: Estudos e Pesquisas
Abrangência: Distrito Federal
Ano: 2015

A capital do país, Brasília, apresenta condições sofríveis aos usuários de bicicleta. A dependência motorizada ainda é altíssima e poucos atrativos são oferecidos a quem pretende usar a bicicleta como meio de transporte.

Faltam medidas educativas e de fiscalização, assim como uma política ampla de integração da bicicleta aos modos coletivos de transporte. Falta também medidas como a redução do limite de velocidade nas vias; criação de ciclofaixas de interligação das ciclovias; sinalização de alerta aos motoristas para a presença dos ciclistas.

A ciclovia da Asa Norte (W4/W5 Norte) é emblemática dessa situação de precariedade. Por isso, essa ciclovia foi destacada pelo ciclista e colaborador do Mobilize Brasil, Uirá Lourenço, para organizar este farto material sobre mobilidade saudável, incluindo extensa análise da ciclovia ao longo dessa ciclovia, com diagnóstico e propostas de melhorias no trajeto. Além disso, o trabalho intitulado “Análise da ciclovia (Asa Norte) e propostas de melhorias para a mobilidade por bicicleta no DF – – Diagnóstico ilustrado da ciclovia W4/W5 Norte” inclui leis sobre mobilidade urbana, artigos, notícias e vídeos.

Além dos dois arquivos que estão em anexo neste estudo, há ainda um arquivo de documentação em fotos, também de autoria de Uirá Lourenço, da situação de precariedade e insegurança vivenciada por ciclistas na ciclovia da asa norte (W4/W5).

Para ver as fotos da ciclovia W4/W5, acessar o link:

https://drive.google.com/file/d/0B3mRp_vAudp0SDBDMURMaWtMZlE/view

Para a matéria original e download dos arquivos, acesse:

http://www.mobilize.org.br/estudos/205/analise-da-ciclovia-asa-norte.html

O Programa Ciclovida e
a Invasão das Bicicletas


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