Descida da Graciosa ameaçada pela previsão de chuva

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Se chover durante a madrugada de sexta-feira (15) e ao amanhecer de sábado a descida da Graciosa será cancelada por motivos de segurança.
A análise da viabilidade e manutenção do passeio  será feita pelo coordenador do CICLOVIDA/UFPR José Carlos Belotto, às 5:00 hs deste sábado (16). Em caso de dúvida os participantes devem confirmar a realização ou não do passeio com o Belotto (41-9926-4096) a partir das 5:15 hs da manhã do mesmo dia.

 

 

 

Cartaz: Descida da Graciosa para o Festival de Inverno de Antonina

UFPR inverno Ciclo Vida

Artigo “Diferenças socioeconômicas e regionais na prática do deslocamento ativo no Brasil”

RESUMO

OBJETIVO: Apresentar estimativas nacionais sobre o deslocamento a pé ou de bicicleta no trajeto casa-trabalho no Brasil e em 10 de suas regiões metropolitanas.

MÉTODOS: Utilizando dados do Suplemento sobre Saúde da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2008, estimamos a frequência de pessoas empregadas que se deslocam a pé ou de bicicleta no trajeto casa-trabalho estratificada por sexo, e segundo faixa etária, escolaridade, renda domiciliar per capita, residência em área urbana ou rural, regiões metropolitanas e macrorregiões do país. Adicionalmente, estimamos a distribuição da mesma frequência segundo quintos da distribuição da renda domiciliar per capita em cada região metropolitana.

RESULTADOS: Um terço dos homens e mulheres empregados desloca-se a pé ou de bicicleta de casa para o trabalho no Brasil. Em ambos os sexos, esta proporção diminui com o aumento da renda e da escolaridade e é maior entre os mais jovens, entre os que residem em área rural e naqueles residentes na região Nordeste. A depender da região metropolitana, a prática de deslocamento ativo entre os mais pobres é de duas a cinco vezes maior do que entre os mais ricos.

CONCLUSÕES: O deslocamento a pé ou de bicicleta para o trabalho no Brasil é mais frequente entre os mais pobres e entre pessoas que vivem em áreas e regiões economicamente menos desenvolvidas. A avaliação do deslocamento ativo no País traz informações importantes para a discussão de políticas públicas de mobilidade.

DESCRITORES: Atividade Motora. Caminhada. Transportes. Saúde Urbana. Planejamento de Cidades. Desigualdades em Saúde. Cidade Saudável. Zonas Metropolitanas.

O artigo na íntegra pode ser conferido no link:
http://www.scielo.br/pdf/rsp/v50/pt_0034-8910-rsp-S1518-87872016050006126.pdf

 

Inscrições abertas para o Festival de Inverno da UFPR

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Já estão abertas as inscrições para o Festival de Inverno da UFPR, em Antonina. O ciclovida terá duas atividades no festival:

Um passeio cicloturístico até Antonina, e a confecção de um folder de cicloturismo para Antonina, descrita como “atividade paralela” no site. Todas as informações e o link para inscrição estão no site doFestival: http://www.proec.ufpr.br/festival2016/links/inscricoes.html

LIVRO: O AUTOMÓVEL

O Brasil tem hoje mais de 61 milhões de automóveis. Em 2009, passou de oitavo lugar (2007) para a quinta posição na lista dos países com maior número de veículos no mundo, atrás somente dos Estados Unidos, Japão, China e Alemanha.

As grandes cidades param em horas de pico e os prejuízos passam de R$ 35 bilhões, por ano, no que diz respeito ao consumo extra de combustíveis, acidentes, estresse e doenças, físicas e psicológicas, provocadas pelo trânsito caótico de metrópoles e cidades de grande porte.

Para agravar o problema, o trânsito brasileiro é um dos mais violentos do mundo, fazendo até seis vezes mais vítimas do que as frotas de carro da maioria dos países europeus. De acordo com o Denatran, o Brasil atingiu em 2008, a marca de 57 mil mortes por acidentes – o que equivale a 156 mortes por dia ou seis a cada hora. Um ano antes, em 2007, as mortes chegaram a 66.836, ou 183 por dia e 7,6 por hora.

Instalado o problema é preciso encontrar soluções, medidas potentes e não paliativas para tornar a relação cidade x automóvel x qualidade de vida possível e harmoniosa. Entre as medidas apontadas no livro para melhorar a gravidade do tráfego brasileiro, o trabalho aponta a retomada da bicicleta como meio de transporte, a revitalização e melhor planejamento de ruas e estradas e o uso estratégico de trens (subterrâneos e de superfície).

 

Confira o livro no link:

http://www.fiscaltech.com.br/o-automovel.html

Estréia a via calma da Av. João Gualberto

Na última sexta-feira (17), ocorreu o lançamento da via calma da Av. João Gualberto, com pedalada que contou com a presença do prefeito Gustavo Fruet. Após a pedalada, os ciclistas se dirigiram para a Prefeitura, onde se juntaram a representantes da Universidade Federal do Paraná, Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Universidade Positivo (UP) e Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), para serem apresentados à administração municipal e ao cônsul honorário dos Países Baixos os primeiros resultados de seus trabalhos sobre ciclomobilidade em Curitiba.

As pesquisas vem de um acordo entre a prefeitura e o governo holandês que busca ampliar o potencial da bicicleta como meio de transporte na cidade, por meio do Termo de Entendimento entre Instituições Brasileiras e Holandesas para Aumentar o Potencial de CicloMobilidade Rumo a uma Smart Curitiba, que visa consolidar a bicicleta como opção de mobilidade segura e abrangente através de projeto inovadores em arquitetura, planejamento urbano e design.

Confira algumas fotos do evento na Prefeitura:

Fotos e vídeo do passeio ciclo turístico pela Fazenda Canguirí e Represa do Iraí – 30/04/16

No último dia 30/04 ocorreu o passeio ciclo turístico do Ciclovida que passou pela Fazenda Canguirí e Represa do Iraí. Confira os registros do passeio:

https://www.youtube.com/watch?v=YRdHQRXkrPs

 

 

 

Passeio Cicloturístico na Represa do Iraí

Passeio cicloturístico a vista!

No próximo dia 30, prepare a bicicleta e o capacete para uma pedalada até a Represa do Iraí. Aproximadamente 50km de pedalada até a represa.

Local de encontro: Asufepar (Rua Carlos Pradi nº18)
Concentração:7h30
Saída: 8h00
Retorno estimado 13h30

Represa do Iraí

Começa o calendário de Cicloturismo de 2016

As primeiras datas do calendário de Cicloturismo já estão disponíveis!

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Oslo, na Noruega, será a primeira capital do mundo a proibir totalmente o uso de carros nas ruas

Com informações do site The Greenestpost
(www.thegreenestpost.com)

A prefeitura de Oslo, na Noruega, anunciou e não pretende voltar atrás: a cidade proibirá a circulação de automóveis em todas as suas ruas em 2019. Será a primeira capital do mundo a banir o carro de vez. Para isso, os gestores prometem investir em transporte público e construir mais de 56 mil quilômetros de ciclovias.

A medida, entretanto, já começou a preocupar os proprietários de carros que moram na capital e que não são poucos – 350 mil pessoas possuem automóveis na cidade, segundo a prefeitura. A medida, embora polêmica, é estratégica. Garantirá à Oslo o título de primeira capital do mundo a proibir carros nas ruas e coloca a cidade no topo do ranking dos municípios mais sustentáveis do planeta.

A poluição do ar e o barulho vão diminuir por lá, o trânsito vai melhorar incrivelmente, andar na rua a pé ou de bike será mais seguro e, como consequência, os moradores da cidade ganharão qualidade de vida. Por isso, os moradores devem começar a se habituar a outros meios de transporte.

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Conheça outras 5 cidades do mundo que prometem acabar com o uso de automóveis

Enquanto as ciclovias de São Paulo provocam amor e ódio entre a população da capital paulista – que historicamente é apaixonada por carros –, diversas cidades de grande porte, do mundo inteiro, vêm investindo na tendência. Para encorajar a vida sem carro, as cidades baniram automóveis em áreas estratégicas e investiram em ciclovias.

Abaixo, confira as iniciativas das cidades mais ousadas e comprometidas em reduzir a emissão de gases efeito estufa, melhorar a saúde dos moradores e combater o aquecimento global.

1. MADRID (ESPANHA)
A primeira medida foi criar áreas onde carros são proibidos. No total, foram dois quilômetros quadrados. Apenas pessoas que moram na área são autorizadas a dirigir por lá (e somente para guardar o carro). Se você quiser ir para o centro de Madrid de carro, precisará estacionar em um dos locais credenciados pela prefeitura – se a lei for desobedecida, o motorista deverá arcar com multa de 90 euros. Além disso, a cidade criou um programa de compartilhamento de bicicleta com mais de 1.500 magrelas elétricas, concentradas em 120 diferentes estações.

2. DUBLIN (IRLANDA)
Conhecida por seu trânsito caótico, a décima cidade mais congestionada do mundo já tem um plano para melhorar a mobilidade urbana. A ideia é transformar as principais avenidas da cidade em áreas para pedestres, ciclistas e ônibus, sem nenhum carro.

3. HAMBURGO (ALEMANHA)
O plano é transformar 40% da cidade em áreas proibidas para carros até 2034. Para tanto, a prefeitura tem investido em ciclovias, parques, centros esportivos, jardins e cemitérios. A grande motivação do investimento é frear os efeitos colaterais do aquecimento global, que já provou o aumentou do nível do mar em 20 centímetros .

4. COPENHAGEN (DINAMARCA)
Aproximadamente 50% da população usa a bicicleta para chegar até o trabalho ou escola. É lá que você encontrará as ciclovias mais movimentadas do mundo, que abrigam mais de 36 mil ciclistas por dia em seus 390 km de extensão – existem mais bicicletas na cidade do que pessoas. O objetivo é virar o primeiro país sem emissão até 2025.

5. HELSINQUE (FINLÂNDIA)
Apesar de promissor crescimento urbano, autoridades da cidade acreditam que a quantidade de carros não aumentará no mesmo ritmo. O investimento em transporte público tem aumentado ano a ano e eles acreditam que a população optará por bicicletas e caminhadas em vez de carros.

Matéria originalmente publicada em: http://jc.ne10.uol.com.br/blogs/deolhonotransito/2016/03/17/oslo-na-noruega-sera-primeira-capital-do-mundo-proibir-totalmente-o-uso-de-carros-nas-ruas/

 

 

 

O Programa Ciclovida e
a Invasão das Bicicletas


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